Ameaça na cidade olímpica

Novamente ameaçam de demolição do Estádio Célio de Barros, no conjunto esportivo do Maracanã. Junto, dizem que vão derrubar o Parque Aquático Júlio Delamare. Infelizmente parece que a (má) notícia é oficial, pois teria partido do Governo fluminense.

Situação péssima para o esporte olímpico do País, logo no início do ciclo que levará aos Jogos 2016, que, por ironia, acontecerão na cidade do Rio de Janeiro.

Grupos de atletas, ex-atletas, treinadores e dirigentes fazem manifestações e iniciaram a coleta de assinaturas, para tentar barrar a destruição das duas praças esportivas. Prometem, os demolidores, que farão outros parques esportivos em substituição ao “Célio de Barros” e ao “Júlio Delamare”.

As perguntas são invitáveis: “Farão mesmo essas obras? Quando? Onde?

O que pedem os manifestantes: 1) que se encontre outra solução para as obras do Maracanã, que não implique na derrubada do estádio de atletismo e do parque aquático; ou 2) que, primeiro, se construam um novo estádio e outro parque nas imediações do Maracanã, e somente depois os atuais locais de treinos e competições de atletismo e natação seriam demolidos.

O desejo dos esportistas será capaz de, ao menos, frear o movimento de demolição? É difícil, mas é o que resta a fazer. É importante que toda a comunidade dos esportes olímpicos se manifeste a respeito. Se isto não acontecer, é provável que acabem com o estádio e o parque, sem que os novos equipamentos sejam erguidos. Ou, então, talvez isto só ocorra quando não haverá mais tempo para que as novas praças sejam úteis na preparação dos atletas para a Olimpíada de 2016.

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