Tite pega abacaxis deixados por Mário Gobbi e Mano Menezes

Gazeta Press

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Tite deve mesmo ser o novo técnico do Corinthians. Na segunda-feira, o anúncio será feito oficialmente pelo diretor de futebol, Ronaldo Ximenes (presidente Mário Gobbi está meio “queimado” por tê-lo substituído). E surge a grande pergunta: como o treinador mais querido pela Fiel torcida encontrará o elenco para a difícil temporada de 2015? Sem dúvida irá pegar um grande abacaxi. Gobbi e o ex-técnico Mano Menezes deixaram um time apenas razoável, embora tenham dito ao contrário várias vezes.

Estão atrás do goleiro Danilo, da Chapecoense, mas Cássio e Walter sempre deram conta do recado. Para ser o terceiro, nem precisava. Na lateral-direita, apenas Fágner vale à pena segurar. Ferrugem veio da Ponte Preta e fez até gol contra. No miolo de zaga, com Anderson Martins, Felipe e Gil terá de acontecer um reposicionamento. Martins não se encaixou no esquema de Mano. Gil se deu bem e Felipe sofreu altos e baixos. Fábio Santos já dá sinais de cansaço (fim de carreira) e Uendel apoia bem e marca mal.

Resumo da defesa: faltam laterais (direito e esquerdo) e um zagueiro (de preferência que atue tanto pela direita quanto pela esquerda).

Já o meio-campo é um problema. Ralf deve mesmo ir embora. Bruno Henrique pode ser um bom substituto. Elias, finalmente, deve atuar mais à frente como nos bons tempos de 2009. Armadores de bom nível técnico: Danilo, Renato Augusto e Jádson (ainda não se firmou).

Resumo do meio-campo: urgência para um novo cabeça-de-área e mais um meia, que poderia atuar de atacante também, o que seria o ideal. Os outros todos podem se mandar. Não servem.

E no retorno, Tite terá de reconstruir o ataque alvinegro. Malcon deverá ser negociado (não fará falta). Romero pode ser dispensado. Guerrero é a alma ofensiva e Luciano tem futuro.

Resumo do ataque: Torcer para Sheik (brigou com Mano) comprar a briga do gaúcho e resolver jogar. Até Pato pode ter um reaproveitamento satisfatório ou servir de moeda de troca. Nada de loucuras com Guerrero. Por isso, é bom rezar para ele baixar a proposta e renovar.

E tenho dito!

Tudo acaba bem quando termina bem: Verdão fica!

Deu tudo certo. O Palmeiras empatou com o Atlético PR em 1 a 1; o Santos venceu o Vitória por 1 a 0 e o Coritiba virou para cima do Bahia, 3 a 2. O Verdão continua na Primeira Divisão, aos trancos, barrancos, muita fé, esperança e paciência. Valdívia, embora não tenha feito o gol de empate (de Henrique), foi o melhor em campo. No final, confessou ter atuado contundido a pedido de um dos filhos.

A sofrida torcida alviverde, em um misto de emoção e revolta, gritou primeiro “Vergonha, vergonha, time sem vergonha”. Depois, “Palmeiras, Palmeiras, Palmeiras”. Teve gente desmaiando de nervoso e outras de emoção. Mas como diria William Shakespeare, “Tudo acaba bem quando termina bem”. Os resultados, dos Outros, salvaram a pior equipe de todos cem anos do Palestra.

Afinal, nos últimos seis jogos foram cinco derrotas e um empate. No entanto, por mais agonizantes que tenham sido os últimos dias, agora chegou a hora de se repensar o clube alviverde. O presidente eleito Paulo Nobre precisa focar na recuperação. Comemorar no centenário não cair para a Segunda, é um fim de feira total. Outro detalhe: o gramado da Arena WTorre está um lixo depois do show musical. Jogadores imploraram para que o famoso hábito de molhar o piso verde fosse evitado.

Definitivamente, melhor o palmeirense se esquecer de 2014.

E tenho dito!

Vitória inútil do Corinthians e vai com Deus Mano Menezes…

Sergio Barzaghi/Gazeta Press

Sergio Barzaghi/Gazeta Press

O Corinthians fez a lição de casa ao vencer o Criciúma por 2 a 1, na Arena Itaquera, mas não conseguiu escapar da Pré-Libertadores. O Internacional Gaúcho também venceu o Figueirense pelo mesmo placar, em Santa Catarina, e ficou em terceiro lugar. Por isso, ganhar acabou sendo um resultado inútil para o Timão. Talvez a maior conquista fique por conta da saída do técnico Mano Menezes. Afinal, o treinador anunciou a saída definitiva do comando da equipe. Graças a Deus. Com certeza não fará falta alguma. Um treinador desequilibrado, sempre reclamando da arbitragem, dando relativo padrão tático ao time.

A equipe sentiu sim grandes dificuldades para derrotar praticamente o sub-20 do adversário que, mesmo assim conseguiu fazer um golzinho, em falha de Cássio e de Fábio Santos, de novo. Timão perdeu várias chances. Só Guerrero desperdiçou três, além de acertar o travessão. Petros e Malcon também mandaram na trave. Sem falar de defesas geniais do goleiro reserva do Criciúma (o titular contundiu-se) e conclusões de Elias.

O volante, finalmente, deu ar da graça. O camisa 7 fez o primeiro gol, em bola rolada de Petros. Estava na mesma linha do zagueiro adversário e não teve impedimento. O segundo gol do Timão valeu o ingresso: triangulação de Guerrero, Danilo e conclusão perfeita de Fábio Santos. A vaga direta, no entanto, não escapou neste sábado. Domingo passado, contra o Fluminense, no Maracanã, a goleada de 5 a 2 quebrou as pernas do Alvinegro.

Agora, o futuro incerto do clube deixa todo mundo com a pulga atrás da orelha. Eleições de nova diretoria ocorrem em fevereiro, mesmo mês que começa a Pré-Libertadores. Corinthians pega um time da Colômbia e, se passar, cai no Grupo 2 com San Lorenzo (Argentina), São Paulo e Danúbio (Uruguai). Dias de cão pela frente no Parque São Jorge.

Nada é fácil para o Todo Poderoso.

E tenho dito!

Passou da hora de separar “presidente de clube” e “presidente de futebol”

Foto: Marcelo Ferrrelli/Gazeta Press

Foto: Marcelo Ferrrelli/Gazeta Press

O futebol brasileiro precisa mudar. Então, nada melhor, de começar pelos estatutos dos clubes. Afinal, vários deles estão passando ou irão passar por eleições. E, aqui entre nós, hoje não cabe mais deixar a responsabilidade de escolhas presentes e projetos futuros nas mãos dos associados. A maioria deles está nem aí com o futebol. Ou seja, vale uma piscina limpa, de água quente; um bom lugar para bater uma bolinha; jogar tênis; futsal ou soçáite; quadras de basquete, vôlei e animadas festas para encontrar os amigos.

Os caras pagam para ter uma vida “esportiva-social”. Ponto final. Prática, aliás, que volta aos poucos para alegria de muita gente. A cidade de São Paulo tem poucos pontos de lazer e os clubes em geral são bem vindos. Mas e o futebol? Hoje custa muito mais caro do que a parte social. Nem dá para comparar os investimentos. A bola traz patrocinadores (esse ano foi osso para boa parte das equipes), arrecadações milionárias com as novas arenas, renda da TV, além de negociações de produtos com o símbolo do clube (camisas, canecas, joias, uniformes completos, agasalhos etc…).

Surgiram dois caminhos distintos. O ideal seria cada setor ter uma direção especializada, diferenciada. Sei lá qual seria o nome a ser dado a tal cisão. Talvez diretoria de quadro associado e diretoria de futebol, cada um com sua realidade, dificuldade e ação específica. Um precisa visar o bem-estar do associado. O outro, ficaria com o futebol em geral, incluindo as atividades para as Arenas (restaurantes e shows).

Contratos de técnico e jogadores seriam da alçada do dirigente de futebol. Existiriam tetos salariais e gastos anuais. Por exemplo, em 2015 a área poderia gastar R$ 40 milhões com a bola. Se passasse disso, o Conselho do clube como um todo seria convocado e as pretensas despesas analisadas. Isso evitaria as famosas comissões de empresários ou corrupção interna (dirigentes com participação na venda).

Contas do futebol de um lado; do clube, de outro. Essa é a realidade de hoje.

E tenho dito!

Mano perde a cabeça, Timão humilhado mas na Libertadores 2015

Djalma Vassão/Gazeta Press

Djalma Vassão/Gazeta Press

O Corinthians foi humilhado em pleno Maracanã ao ser goleado pelo Fluminense por 5 a 2. Partida foi tumultuada, arbitragem confusa. No entanto, o técnico Mano Menezes é único responsável pelo vexame. Ele perdeu a cabeça. Discutiu com torcedores atrás do banco de reservas. Acusado de ofender o quarto árbitro, terminou expulso de campo. Em ato desafiador, chamou o juiz Wilton Pereira Sampaio para o “pau”, ou seja, só deixou o banco de reservas após encarar o homem de preto e falar-lhe cobras e lagartos. Agir assim para quê? Por quê?

Ainda bem que o Grêmio perdeu do Bahia (1 a 0) e o Corinthians garantiu vaga para a Libertadores 2015. Só falta definir o 3.o ou 4.o lugar. Pelo menos a Pré Libertadores está assegurada graças à incompetência da equipe de Felipão.

Diante da atitude deprimente, o time em campo se desestabilizou geral. Elias desperdiçou gol feito e discutiu com Guerrero. Petros com Luciano. Fábio Santos chutou pênalti nas mãos do goleiro. Nervosismo virou uma bola de neve contra o próprio Timão. Guerrero abriu o placar; Ralf fez contra, 1 a 1. Edson (após empurrar Fábio Santos), 2 a 1 de cabeça. Gil fez pênalti em Conca, batido e convertido por Fred, 3 a 1. Um pênalti inexistente de Fábio Santos (falta fora da área) e Fred fez 4 a 1. Danilo de cabeça alimentaria as esperanças de empate, 4 a 2. Porém, Conca selou a sorte do placar em bela jogada, 5 a 2.

Ficou claro ser Mano um treinador temperamental, inverso do que precisa o Corinthians, por natureza turbulento e intempestivo. Jogadores estavam nervosos. Faltou calma, tranquilidade na conclusão, principalmente logo após o gol de Guerrero. Malcon teve uma chance de ouro para “matar” a partida ainda na primeira etapa e desperdiçou. No começo do segundo tempo, Renato Augusto, Guerrero (esse duas vezes) e Elias jogaram para fora a vitória. Sem falar de uma atuação magnífica de Diego Cavaglieri, salvando o Flu em pelo menos quatro oportunidades (pegou pênalti mal batido por Fábio Santos). Atletas, tendo treinador como mau exemplo, reclamaram bastante do árbitro Wilton Pereira Sampaio e se esqueceram de jogar bola, aliás, são muito bem pagos para isso.

Time precisa de um chá de maracujá para a última partida diante do Criciúma. Mano, por exemplo, já poderia ser dispensado. Ele mesmo disse para torcedores descontentes estar fora quando terminar o Brasileirão. E, aqui entre nós, não faria falta nenhuma.

E tenho dito!

Palmeiras de Paulo Nobre, contradição e desespero

arte_post_chico_0002Um sábado repleto de decisões para o sofrido coração palmeirense. Apesar de a equipe ser derrotada por 3 a 1, no Beira-Rio, pelo Internacional, horas antes o atual presidente, Paulo Nobre, conseguiu reeleger-se numa boa, com larga margem de diferença para o segundo colocado (2.421 votos contra 1.611 de Pescarmona, além de 48 nulos). Ou seja, os sócios não estão nem ai para crise no futebol, animados com as obras realizadas no clube pela WTorre, dona de fato da Arena Verde. Um absurdo, sem dúvida, mas perfeitamente inscrito no contexto dos estatutos esmeraldinos.

Festa no Allianz Parque, desespero, humilhação, vexame e pancadaria no Rio Grande do Sul. Em pleno ano do Centenário, o Verdão corre sim o risco de ser rebaixado para a Série B pela terceira vez. O time do técnico Dorival Júnior é um desastre. Quanto mais mexe, mais problemas aparecem. Por exemplo, Bruno César entrou na etapa final. Do nada, agrediu Fabrício. O colorado ficou uma fera. No empurra-empurra, Lúcio veio por trás e chutou o adversário. Antes, Bruno César deu um tapa no rosto de Rafael Moura.

Pior: o árbitro mineiro Ricardo Marques Ribeiro, que já tinha expulsado o tal de Allione, mandou os dois briguentos para o chuveiro e encerrou o jogo. Lúcio, questionado pelo repórter da SPORTV por qual motivo tinha dado um pontapé no adversário, por pouco não leva um soco. A resposta veio seguida de peito estufado, olhos esbugalhados, dedo no nariz e o jornalista ainda foi chamado de “mentiroso”, quando as imagens são inquestionáveis.

Fabrício precisou ser acalmado por seis companheiros. Queria partir para o revide, inconformado com a agressão de Bruno César e a decisão do juizão. O técnico Abel Braga entrou em campo e, abraçando o jogador como se fosse um paizão, o retirou do gramado. Um circo vermelho e verde no Beira-Rio.

O único que se salvou no Verdão foi Renato, garoto da base. Meteu um golaço de cabeça.

E assim caminha a mediocridade…

Fim da linha para os sonhos de Rogério Ceni e do São Paulo

Djalma Vassão/Gazeta Press

Djalma Vassão/Gazeta Press

A pressão de conquistar o bicampeonato da Copa Sul americana foi demais para o São Paulo. Muito aquém de outras partidas, a equipe do técnico Muricy Ramalho acabou eliminada pelo Nacional de Medelin, da Colômbia (que agora espera o vencedor de River Plate x Boca para decidir a competição). No tempo normal, 1 a 0, gol de Ganso. O meia cruzou para área, a bola pegou efeito e enganou o goleiro adversário. Nos pênaltis, Tolói e Alan Kardec desperdiçaram, o que não aconteceu com Bocanegra, Valencia, Cardona e Ruíz: 4 a 1 e fim da linha para o ambicioso Tricolor.

Os nervos estavam à flôr da pele desde o início. São-paulinos, afoitos, apressados, buscavam definir a partida o mais rápido possível. Até o experiente Kaká corria de cabeça baixa. Os adversários, então, se aproveitaram da tremedeira do oponente e administraram o jogo com toque de bola e boa marcação. Foram duas bolas na trave, uma de Kaká e outra de Luís Fabiano. Na última, Michel Bastos precipitou-se e tirou gol feito dos pés do Favela.

Faltou tranquilidade ao São Paulo, embora a forte chuva e o gramado molhado tenham atrapalhado o futebol da equipe, muito técnica diga-se. Depois do jogo, Rogério Ceni mostrou-se triste e desanimado. Afinal não escondia de ninguém o desejo de encerrar a carreira no final do ano erguendo mais um título. Goleiro, agora, deverá pendurar as chuteiras em definitivo.

Que dureza.

E tenho dito!

Guerrero deixa Timão a um ponto da Libertadores 2015

arbitro_640_sbFoi no sufoco. Duas bolas na trave (de Guerrero e Felipe). O Grêmio todo na retranca. Sem falar da guerra dos técnicos, de um lado Mano Menezes e de outro Felipão, inimigos declarados. De repente, Jadson (entrou no lugar de Renato Augusto) cruzou, Luciano Ronaldo passou para Guerrero. O herói corintiano bateu mascado, apertado. A bola pegou efeito e passou entre o goleiro e o zagueiro. Timão 1 a 0 no velho estilo Timão. Na marra, na raça.

Felipão ficou fulo da vida. De novo, minutos antes, Fábio Santos pulou de braços abertos antes de corta cruzamento. Falta pelas novas regras. Pergunta: dentro ou fora da área? Tirando esse lance, o adversário não existiu em campo. O Corinthians mandou no jogo e até Mano mexeu certo na hora exata.

O resultado deixou o Corinthians na cara da Libertadores, podendo chegar em segundo lugar e deixar o São Paulo para trás.

E tenho dito!

Cruzeiro bicampeão apaga um pouco fiasco do Brasil no Mineirão

Uma vitória incontestável diante do Goiás, por 2 a 1, fora os gols perdidos e o Cruzeiro sagrou-se bicampeão brasileiro de forma justa. Está na ponta desde o começo da competição com uma folga, de no mínimo, sete pontos. O bom futebol mostrado pela equipe do técnico Marcelo Oliveira recuperou um pouco o orgulho ferido da bola nacional. Afinal, no mesmo estádio, o Brasil deu um vexame diante da Alemanha na semifinal da Copa 2014, nos inesquecíveis 7 a 1.

A Raposa, com um elenco formado com jogadores de nível técnico razoável para bom, fez o arroz com feijão bem feito, ou seja, não perdeu pontos bobos para os “pequenos”, tropeçou em alguns dos “grandes” e disparou na frente, como faziam os grandes pilotos da Fórmula 1: faturavam a pole position e ponteavam de cabo a rabo os Grandes Prêmios pelo planeta.

Mesmo assim, o treinador Marcelo Oliveira nada mostrou de extraordinário ou inovador em termos técnicos. Uma equipe entrosada desde o ano anterior, com atacantes tendo ótimo aproveitamento, um meio-campo marcador e ofensivo, além de uma defesa bem postada. Agora, na quarta-feira, o Cruzeiro tenta a última façanha da temporada: garantido para Libertadores 2015, tenta reverter o placar de 2 a 0 para o Atlético Mineiro e faturar também a Copa do Brasil.

Parabéns cruzeirense.

E tenho dito!

Corinthians agradece gol contra e volta para o G4

Rodrigo Coca/Agência Corinthians

Rodrigo Coca/Agência Corinthians

Obrigado, Felipe Macedo! O zagueirão marcou contra após cobrança de escanteio do menino Malcon e o Corinthians passou tranquilo pelo Goiás, em Belém do Pará, 1 a 0. O placar, na verdade, ficou barato para a equipe goiana. O Timão voltou a jogar muito bem e perdeu, pelo menos, mais três gols certos. É bom lembrar que Guerrero, servindo a seleção peruana, nem entrou em campo. Domingo, às 19h30, na Arena Itaquera, a decisão se o time do técnico Mano Menezes vai ou não para Libertadores (os gaúchos competem direto por uma vaga).

A partida foi sossegada demais. O estádio era todo da Fiel torcida, embora o mando fosse do Goiás. O goleiro Cássio praticamente passou a partida assistindo, o chamado telespectador privilegiado. Dava a impressão que os jogadores goianos estavam fazem turismo na bela cidade de Belém. Azar deles, Corinthians levou a sério a marcação sob pressão na saída de bola e Elias, o zagueiro Felipe e Luciano poderiam ter aberto o placar no primeiro temo.

Apesar do gol contra do infeliz Felipe Macedo, na etapa final, Luciano esteve para ampliar a contagem por três vezes. Afobado, não teve a calma suficiente e deixou de aumentar a vantagem na artilharia da temporada. Até Gustavo Tocantins entrou e desperdiçou duas oportunidades. Timão é uma equipe simples, fazendo o arroz com feijão com a bola nos pés, no entanto, com invejáveis 63 pontos conquistados, cada vez mais perto da Libertadores 2015.

E tenho dito!