Com nervos à flor da pele, Timão perde do Bragantino

Daniel Augusto Jr/Ag. Corinthians

Daniel Augusto Jr/Ag. Corinthians

O Corinthians perdeu de 1 a 0 (gol de Sandro) para o Bragantino, nesta quarta-feira, na Arena do Pantanal, em jogo de ida pelas oitavas de final da Copa do Brasil. Inexplicável o resultado? De jeito nenhum. É que os jogadores e o técnico Mano Menezes já entram em campo pilhados contra a arbitragem. Não que o juiz Leandro Bizzio Marinho tenha sido um primor. Pelo contrário. No gol do Braga não marcou pé alto na cabeça de Guerrero e ainda expulsou Ferrugem em lance normal de jogo.

O “Efeito Petros” ainda ecoa negativamente na equipe. A suspensão de seis meses imposta pelo Tribunal da CBF foi rigorosa e revoltou a todos no Parque São Jorge. No último domingo, contra o Grêmio, pelo Brasileirão, gol impedido de Barcos (o primeiro dos gaúchos), pênalti claro a favor do time paulista (beque pôs a mão na bola dentro da grande área em chute de Romarinho) e depois outra expulsão, de Guerrero. O árbitro Heber Roberto Lopes terminou afastado “por falta de condições físicas”. Desculpa esfarrapada da CBF para não dar o braço a torcer. Heber esteve péssimo.

São lances suspeitos, sem dúvida. No entanto, a equipe não pode se abalar por erros de arbitragem e nem fazer justiça com as próprias mãos. O resultado disso foi uma queda vertiginosa na produção geral. Os nervos estão à flor da pele a começar pelo próprio técnico Mano Menezes. O dito cujo coloca “pilha” na equipe durante os 90 minutos e reclama de qualquer coisa.

Essa atitude prejudica o clube. Perder para o Bragantino, que está caindo para Série C, é correr sozinho e chegar em segundo lugar. No entanto, o fator psicológico conta muito nesse momento e, de repente, qualquer marcação invertida já é motivo para confusão, reclamações e discussões. Na partida de volta, uma vitória simples (1 a 0) leva para o pênalti.

Que dureza.

E assim caminha a mediocridade…

Jovens desprezam mais velhos e só querem saber do “cadê o meu?”

Pelé, Pagão e Pepe no começos dos anos de 1960

A antropologia é uma ciência relativamente nova e tem muito para ensinar ao futebol brasileiro. Há 10 mil anos atrás, não existiam cidades, nem comércio. ninguém sabia ou tinha idéia do que era “dinheiro”. O homem sapiens sapiens (ou seja, nós) vivíamos para caça, pesca e éramos nômades. A solidariedade prevalecia entre grupos de sessenta a oitenta pessoas. Leis básicas estavam escrita no totem (símbolo animal da tribo) e nos tabus (respeito à natureza, nada de casamento entre primos e irmãos e assim por diante).

O mais importante de tudo: os mais velhos ensinavam, por tradição oral, aos mais novos. Técnicas de fazer instrumentos de caça, pesca, utensílios domésticos, armação de barracas e comportamento de animais eram aprendidos ao redor do fogo, em conversas entre os mais experientes e os mais novos.

Bem, tudo isso não existe mais e ficou nos primórdios da humanidade. Uma pena que a Evolução tenha tomado rumos mais cruéis. A fraternidade e a união, sem falar do amor, predominavam. Hoje, com o capitalismo de mercado, a tradição oral foi deixada de lado. A geração de hoje, antes e até durante os famosos estágios, faz a seguinte pergunta: “Quanto eu vou ganhar?”. Até entendo. Desde muito jovens, essa é a conversa que ouvem na mesa do café, do almoço e do jantar entre os pais e os irmãos mais velhos.

No futebol, isso também acontece. Desde garotos, crianças mesmo de 10 a 14 anos, já têm empresários. Conversando com o meu amigo Serginho Chulapa, hoje nas equipes de base do Santos, lamentamos a situação. Afinal, entre os jogadores experientes e os novatos entra o papel quase sempre nefasto do representante. Nos tempos do Chulapa, não era assim.

Um dia, na Vila Belmiro para entrevistar Edu Marangon, vi agarrado ao alambrado um velhinho, camisa azul, aberta até o umbigo. Cabelos brancos, fumava um cigarro atrás do outro e xingava demais os atletas durante o coletivo. Porém, ninguém reclamava, se atrevia a mandá-lo calar ou retirá-lo dali. Perguntei ao Marangon quem era aquela figurinha carimbada. “É o Pagão, Chico. Aqui ele é Deus”, disse o meia.

Serginho confirmou a “onipotência” de Pagão, um dos companheiros de Pelé na Vila, ainda nos anos de 1950. “Ele me dava muita bronca. O que eu fazia? Fica quieto, baixava a cabeça. O passado dele como jogador impunha respeito”, disse. E olhem que o Chulapa não leva desaforo para casa de jeito nenhum. “Mas ali tinha que me calar. Estava diante da história do futebol. Tinha muito que aprender com ele”, finalizou o maior artilheiro dos anais do São Paulo e um dos principais do Santos.

Como se vê, a minha geração e do Serginho reverenciava os mais experientes. E por uma simples razão: deles vinha o conhecimento de “atalhos” para se caminhar na estrada da bola e da vida.

Que esse texto sirva de lição para brilhante garotada que vem atropelando por fora. O DNA humano não pode ser alterado por uma regra de mercado. O dinheiro é importante, mas não é tudo. A experiência não tem preço e só dá para adquirí-la no decorrer do tempo.

E tenho dito!

Juiz careca prejudica Timão na derrota para o Grêmio

Lucas Uebel/GFBPA

Lucas Uebel/GFBPA

O árbitro Heber Roberto Lopes (100% careca) teve influência direta na vitória do Grêmio, 2 a 1, sobre o Corinthians, no Olímpico, pelo Brasileirão. Barcos foi autor dos gols gremistas. O primeiro em completo impedimento, no início da etapa final. Depois, deixou de marcar pênalti claro do zagueiro Werley em chute forte de Romarinho. Jogador do Grêmio pôs a mão na bola. E para completar, Heber ainda expulsou Guerrero, em “cabeçada” duvidosa.

O artilheiro alvinegro estava testa a testa com Alan Ruiz, quando acabou empurrado por Zé Roberto. O impulso derrubou o gremista e o juiz entendeu como agressão. A equipe de Felipão fez dois e voltou inteira para o campo defensivo, naquele velho estilo “retranca absoluta” do eterno “homem dos 7 a 1″. Timão de Mano, ao contrário, foi para cima. Guerrero e Fábio Santos perderam dois gols certos. Ralf mandou um petardo no travessão. A rigor, o time da casa abdicou do ataque e apenas defendeu-se.

Mesmo com a posição irregular de Barcos, a desatenção da defesa foi total. Realmente Anderson Martins mostra desentrosamento com Gil. Em dois jogos seguidos, zaga corintiana tomou quatro gols. O estabanado Kléber, por incrível que pareça, faz falta sim. Pior: não há meios de o Timão deslanchar no campeonato, que já tem o Cruzeiro disparado em primeiro lugar. Apito amigo de Heber Lopes prejudicou o Corinthians.

E assim caminham o abuso de autoridade e a mediocridade!

A vitória do Palmeiras valeu por 100 anos de história

Djalma Vassão/Gazeta Press

Djalma Vassão/Gazeta Press

Foi uma guerra. Palmeiras e Coritiba lembrou passagens épicas do futebol brasileiro, como da quebra do tabu do Corinthians sobre o Santos, no mesmo Pacaembu nos anos de 1960; a “Batalha dos Aflitos”, entre Grêmio e Náutico, em Recife. Jogadores entraram para o tudo ou nada. Faltas violentas e desleais de ambos os lados. Correria, desespero e reclamações com a arbitragem. Futebol mesmo ficou para segundo plano. Do lado esmeraldino estava a honra de, pelo menos, dar à torcida o sabor de uma vitória depois de dez rodadas no Brasileirão. Resultado, suado, rasgado, sofrido: 1 a 0, gol do criticado Juninho após passe de Marcelo Oliveira.

Sucesso para tirar a corda do pescoço do técnico hermano Gareca. Três pontos bem vindos para um elenco rachado, bilíngue, dividido entre a “República Brasileira” e a “República Argentina”. Henrique quase saiu na porrada com Zé Love. Baraca bateu demais em Leandro. Porém, cartão vermelho sobrou mesmo para Leandro Almeida. O árbitro Marcos André Gomes da Penha perdeu-se na disciplina. Deu seis cartões amarelos para palmeirense e quatro para os jogadores do Coxa. Saiu barato diante da pancadaria generalizada.

A reação do Verdão, por enquanto, está mais para emocional do que para técnica. Equipe fez visível pacto pela vitória e conseguiu o objetivo. Resta saber se daqui para frente os ânimos irão serenar, a pressão psicológica diminuir e finalmente a equipe subir na tabela de classificação jogando um bom futebol. Nesse ritmo alucinado, treinador argentino terá de ter um elenco de 100 jogadores, tantas serão as contusões (herói Juninho e Wendell deixaram o gramado machucados, ou estariam esgotados?).

E tenho dito!

Uma noite iluminada do menino Luciano na Arena do Timão

Sergio Barzaghi/Gazeta Press

Sergio Barzaghi/Gazeta Press

Ele entrou no segundo tempo no lugar de Romero. Nos primeiros movimentos deu passes errados e perdeu um gol feito da entrada da pequena área. De repente, em noite iluminada, o garoto Luciano desembestou a fazer gols. Marcou três, dos cinco do Corinthians na vitória sobre o Goiás, na Arena de Itaquera, 5 a 2. A partida estava difícil. O adversário chegou a fazer 2 a 1. Aí, então, brilhou a estrela do técnico Mano Menezes e o infalível “Plano A”: em casa time no ataque.

Mas por que o Alvinegro demorou para pegar no breu? O volante Petros (suspenso seis meses pela CBF, por enquanto) e o zagueiro Kléber (negociado com o futebol alemão) fizeram falta. Renato Augusto nem de longe tem o mesmo poder de marcação, assim como o estreante Anderson Martins mostrou visível desentrosamento com os companheiros, além de falta de ritmo de jogo. O Goiás aproveitou-se disso e fez 1 a 0 (Thiago Mendes). Em cobrança de escanteio por Jadson, Guerrero meteu a cabeça na bola e empatou.

Na etapa final, um descuido e o becão Jackson pôs o Goiás na frente de novo. Na base da raça e da força física, Elias empatou, 2 a 2. Lodeiro veio no lugar de Renato Augusto. O ex-botafoguense cobrou falta e de cabeça, Luciano fez 3 a 2. O goleiro Renan salvou a pátria goiana com defesas em chutes de Luciano e Elias. No entanto, nada pode fazer quando o menino artilheiro da noite entrou livre, de frente, para fazer 4 a 2 e depois 5 a 2 (em falha da zaga).

Mano, nervoso, xingou o árbitro Marcelo de Lima Henrique (RJ) e viu o final da partida das tribunas do estádio. Essa foi a primeira goleada corintiana na casa nova. Partida bem disputada, com sete gols, grandes defesas dos goleiros e um público de quase 27 mil pessoas.

E tenho dito!

Verdão joga história de glórias no lixo e Tricolor recupera o luxo

Sergio Barzaghi/Gazeta Press

Sergio Barzaghi/Gazeta Press

Dois dos maiores clubes do futebol paulista vivem situações bem diferentes. O Palmeiras voltou a perder no Brasileirão. Desta vez, para o Sport, de virada, por 2 a 1, em Recife. Já o São Paulo nem tomou conhecimento do Internacional e derrubou a gauchada por 1 a 0, gol de Ganso. O Verdão mergulhou na desgraça e passou a ser o último colocado na zona de rebaixamento. O Tricolor, ao contrário, passou até o Corinthians no G4 (agora está em terceiro, mas o Timão tem um jogo a menos).

Sem querer apontar culpados ou endeusar acertos, os jogadores palmeirenses e a diretoria atual estão jogando no lixo uma das mais magníficas e gloriosas histórias de um clube do Brasil. Impressionante a incompetência desses senhores. Não conseguem administrar as economias e o futebol do ex-Palestra Itália, um dia defendido por Domingos e Ademir Da Guia; Dudu, César Maluco, Ferrari, Émerson Leão, Luís Pereira, Leivinha, Artime, Djalma Santos, Oberdan Catani, Chinesinho e tantos outros.

O goleiro Fábio entregou o ouro para o adversário. Fato. No entanto, quem é o responsável pela escalação do bruto? O técnico Gareca, oras bolas, um paraquedista caído de Buenos Aires de nariz no Parque Antártica. Já o São Paulo, por outro lado, começa a entrar nos trilhos. Podem bajular quem desejarem. Para mim, no entanto, o responsável pelo acerto é o esforçado Kaká. Todo mundo resolveu jogar bola no time depois da chegada dele. É ou não é?

E tenho dito!

Dunga começa uma discreta renovação na seleção brasileira

Gazeta Press

Gazeta Press

O técnico Dunga deu início à uma discretíssima renovação na seleção brasileira, depois do grande vexame da Copa de 2014. Manteve dez jogadores da equipe do ex-treinador (Felipão “7 a 1″) e levou outros esquecidos ou desprezados durante o Mundial. Os destaques são os dois do Corinthians (Gil e Elias) e outros dois do Cruzeiro (Éverton Ribeiro e Ricardo Goulart). Nada de Robinho (Santos) e muito menos de Kaká (São Paulo).

A rigor, o dólar não será afetado na Bolsa de Nova York por isso, mas Dunga pelo menos abriu mais espaço para jogadores atuando no futebol brasileiro, já que os “estrangeiros” decepcionaram demais nas partidas disputadas em território nacional meses atrás. Estranho mesmo é ver Hulck “pinçado” de novo, com Alan Kardec (São Paulo) tendo boas atuações no Brasileirão. O treinador preferiu chamar Tardelli (Atlético MG).

Os aspecto positivo, por outro lado, acabou ficando por conta de Neymar, Oscar e William. Durante a Copa os três poderiam ter sido aproveitados em todos os jogos, mas Felipão teimou em insistir com Fred (Fluminense). Pelo menos nos livramos do “frangueiro” Júlio César e dos engraçadinhos Dani Alves (Barcelona) e de Marcelo (Real Madrid).

E tenho dito!

O menos ruim vence o clássico paulista

Foto: Fernando Dantas/Gazeta Press

Foto: Fernando Dantas/Gazeta Press

O nível técnico do futebol brasileiro vai de mal a pior. O clássico paulista entre Palmeiras e São Paulo, no Pacaembu, não fugiu à regra. O Tricolor venceu por 2 a 1 por uma dose a mais de pura sorte. As duas equipes fizeram um primeiro tempo de dar sono. Buscaram o resultado na etapa final, gols de Pato e Alan Kardec; e Henrique, de pênalti, para o Verdão.

Falta máxima,aliás, inexistente. A bola bateu na mão do zagueiro são paulino. Não houve intenção de cortar a trajetória em direção ao gol. Sem contar vários impedimentos assinalados de maneira equivocada. Arbitragem de baixo escalão, interferindo direto no resultado.

Erros de passe, falta de organização tática e pouquíssimos chutes ao gol. O resultado caiu do céu para o São Paulo e mandou o Palmeiras para um terrível inferno. O tal de Gareca chegou à marca de nove jogos sem vencer no campeonato. Passou da hora de sair de fininho. Já Muricy Ramalho empurra com a pança uma crise iminente.

E assim caminha a mediocridade!

Jogo tititi do Timão irrita e juiz dá gol impedido para Bahia

Sergio Barzaghi/Gazeta Press

Sergio Barzaghi/Gazeta Press

O campeonato brasileiro, rodada a rodada, é mesmo decidido no detalhe. Na Arena Corinthians, a partida terminou empatada em 1 a 1 contra o Bahia. No entanto, a arbitragem influenciou no placar. O gol de Kieza, aproveitando cruzamento da direita do ataque, foi em completo impedimento. O que acabou sendo um castigo para o futebol tititi mostrado pela equipe do técnico Mano Menezes diante de 31 mil pessoas, debaixo de chuva e temperatura fria.

O Bahia, estreando o treinador Gilson Kleina, matou a saída de bola do Timão, anulando o apoio dos laterais e evitando penetrações de Jadson e Elias. O único a se salvar diante da pegada do adversário foi Guerrero. O peruano, raçudo e briguento, obrigou Marcelo Lomba a fazer duas grandes defesas, além de servir Gil no gol de empate.

Mais uma vez o garoto Romero correu muito e nada resolveu. Mano demorou demais para sacá-lo. Luciano, ao substituí-lo, aproveitou cruzamento de Guerrero e testou firme para defesa de Lomba. De novo, no último minuto da prorrogação, Luciano ajeitou de cabeça e Elias mandou para fora. Equipe alvinegra tocou muito a bola até chegar ao gol do Bahia na etapa final. Tinha como pressionar bastante, mas ficou no chove não molha do passe de lado.

Dois pontos perdidos de bobeira, só para variar.

E assim caminham os medrosos e os medíocres…

São Paulo desmorona no Morumbi, como um castelo de cartas

Djalma Vassão/Gazeta Press

Djalma Vassão/Gazeta Press

Mais um vexame do complicado e inconstante time do São Paulo. Desta vez, de novo em pleno Morumbi. Diante do Bragantino perdeu feio de 3 a 1, sem dó e nem piedade. Como o Tricolor venceu o jogo de ida por 2 a 1, o Braga passou para a próxima fase da Copa do Brasil na base do gol fora de casa (vale dois). Título, aliás, nunca conseguido pelos são-paulinos. Paulo Miranda abriu o placar, de cabeça, em falha do goleiro Renan.

E não era mesmo noite dos guarda-metas, como se dizia no passado. Na sequência, Rogério Ceni entregou de bandeja a vaga para o adversário. Primeiro, em um chute de fora da área de Cesinha. A bola passou sob o corpo do camisa 01. No segundo tempo, a virada do Braga. Erro de marcação no primeiro pau, na cobrança de escanteio, Gustavo Carboneri meteu a cabeça na redonda, estufando a rede tricolor.

Para fechar a noite sinistra, outra cobrança de um esquinado. Rogério saiu dando um “soquinho”. No rebote, Guilherme Mattis encheu o pé e deu números finais à mais uma tragédia da Nova Era Muricy Ramalho. Treinador, por sua vez, optou por uma equipe mista. Deixou Kaká, Alan Kardec, Douglas e Rafael Toloi de fora. Bragantino, com PC Gusmão estreando como treinador, veio para o tudo ou nada e obteve sucesso.

No dia do anúncio do reforço de Michael Bastos, o elenco de estrelas do São Paulo despencou. Desmoronou diante de um sério candidato ao rebaixamento à Séria C do Brasileirão.

Lembrou um castelo de cartas: pomposo, porém frágil. Basta um sopro para derrubá-lo.

E assim caminham as maldições e a mediocridade…