Timão começa ano com pé certo e leva Copinha

Maycon, de 17 anos apenas, faz gol do título e vibra no Pacaembu

A primeira meta foi cumprida. O primeiro desafio já era. De maneira invicta, o Corinthians conquistou a Copa São Paulo de Juniores ao vencer o Botafogo SP por 1 a 0, gol de um menino de 17 anos apenas, Maycon. Tudo bem que o goleiro Tales (um dos melhores na posição na competição) falhou. Tomou o chamado “peru”, o que desequilibrou a partida e deixou o Timãozinho livre para comemorar mais uma vez. Aliás, essa mesma equipe alvinegra, conquistou o Campeonato Paulista e o Brasileirão, todos Sub-20. Força inquestionável. Um presente para os 461 anos da cidade de São Paulo e um colírio para 37 mil pessoas presentes ao Pacaembu.

Não apenas os números agradaram. O futebol mostrado em campo também. Do goleiro ao ponta esquerda, vamos dizer assim, todos corresponderam as expectativas.  Gostei do lateral Príncipe. No meio campo agradou Mateus Vargas e no ataque Gabriel Vasconselos, um tanto caprichoso na hora de concluir, por isso perdeu gols feitos. De bico também vale, ora essa! Arana pegou bem na lateral-esquerda. No Botinha, Tales levou um frango, mas é ótimo. No ataque o badalado e caro Isac (preço fixado em R$ 2 milhões) sumiu no gramado.

O técnico Osmar Loss é gaúcho, porém nada de retranca. Tomara que continue assim. Ninguém aguenta mais Mano Menezes, Tite, Felipão e outros treinadores, conhecidos por privilegiarem a desconstrução do que a arte da criação. Afinal, para que ganhar de 6 se de 1 vai bem demais? Lógica irritante e destruidora, corroendo o talento individual da molecadinha brasileira. Jogo vencido por 1 a 0 pelo Todo Poderozinho, mas o Botinha esteve melhor. Caique, arqueiro corintiano, salvou gol certo e fez outras boas defesas.

E o futuro desses meninos, três vezes seguidas campeões de tudo no Sub-20?

Aí, meus amigos e amigas, depende do tamanho da fatia da pizza. Parte do passe deles é de um empresário (com certeza), outro do clube revelador e, por último, sobra alguma coisa para o clube atual. Triste realidade da bola nacional. Contexto responsável pelos tristes 7 a 1 da Alemanha lá no Mineirão na Copa 2014.

Próximo desafio do Alvinegro Paulista: passar pelo Once Caldas na Libertadores. Agora, responsabilidade é dos marmanjos.

E tenho dito!

Timão vence e os titulares de Tite não convencem

Sérgio Barzaghi/Gazeta Press

Os reservas Danilo e Luciano fizeram a festa e titulares passaram em branco

A tal da pré-temporada encerrou-se neste sábado para o Corinthians. E com vitória: 3 a 0 sobre o Corinthian Casuals, na Arena de Itaquera. Mesmo a partida sendo amistosa (troféu Sócrates foi entregue por Cássio ao capitão do adversário), os gols saíram apenas depois de os reservas entrarem em campo. Danilo (aliás atuou para os ingleses também) e Luciano Ronaldo (2) marcaram. Ou seja, os titulares decepcionaram diante de uma equipe limitada, da Oitava Divisão inglesa.

E por que isso preocupa? Para o Paulistão e o resto da temporada tudo bem, há tempo de um entrosamento maior. No entanto, antes disso tem a trágica pré-Libertadores. De repente, “matar” o primeiro jogo em casa, na própria Arena, será fundamental contra o Once Caldas, da Colômbia. Lá, na terra deles, será ossos duro de roer. Não existe corintiano sem trauma: lembrar do Tolima é um pavor recorrente. Embora Émerson Sheik esteja se esforçando, ao lado de Elias e Lodeiro, rende pouco. Os dois meio-campistas encontram enormes dificuldades de encostar no ataque para tabelar ou mesmo chutar em gol. O prejuízo para Guerrero ainda é maior.

Por isso, toda vez que eles saem e dão lugar a Bruno Henrique, Petros ou Danilo o jogo desenvolve com mais fluidez. Sem falar que Uendel apoia melhor do que Fábio Santos. O mesmo fato já tinha ocorrido diante do Colônia e do Bayer de Leverkusen, ambos da Alemanha, no Torneio da Flórida, nos Estados Unidos. Dá tempo ainda para Tite rever conceitos e escalar uma equipe mais afinada.

E tenho dito!

Cartolas jogam dinheiro e talentos pela janela na Copa São Paulo

Sérgio Barzaghi/Gazeta Press

Garotos dão show na Copinha e depois são relegados a segundo plano

Dirigentes de Corinthians, Palmeiras e São Paulo deveriam vir a público e prestar contas sobre as equipes de base. Embora apenas o Timãozinho tenha chegado na final contra o Botafogo SP, está na cara que o futebol paulista é pródigo em revelações. O Tricolor revelou João Paulo. Fez até gol olímpico de tão bem que bate na bola. Põe a criança onde bem entende. Será que vai para o time de cima? Duvido. Muricy Ramalho não gosta de trabalhar com jogador promessa. Prefere os prontos, acabados. Esses custam caro.

O Palmeiras encontrou uma pérola: Gabriel Jesus. Atacante objetivo, goleador, driblador, ofensivo. Para mim, tem lampejos de Edílson Capetinha, Ronaldo Fenômeno e por que não Careca? E Cristopher então? Belo segundo atacante, melhor do que qualquer um desses argentinos mequetrefes contratados no malfadado 2014. No Corinthians, então, uma penca de moleques poderia muito bem completar o elenco para temporada 2015.

Vamos lá: o artilheiro Gabriel Vasconselos (“matador” nato, um gol por jogo); Mateus Vargas tem um futebol elegante; joga de cabeça erguida, rápido, não erra passe e faz gols. Mateus Cassini idem. Gastaram um dinheirão em Mendonza, Romero (paraguaio) e Luciano. Nenhum deu conta do recado. Apenas Malcom, atualmente na seleção brasileira pré-olímpica, mostrou raça, vontade, esforço para acompanhar o raciocínio de Guerrero.

É preciso passar em pratos limpos o motivo de essa garotada surgir na Copinha e sumir na sequência.

Pelo jeito, estão jogando talentos e dinheiro pela janela.

E assim caminham a injustiça e a mediocridade…

Seja bem vindo Cristiano Ronaldo…

Fabrice Coffrini/AFP

Fabrice Coffrini/AFP

O melhor jogador do mundo quer vir jogar em um dos dois clube maiores do mundo. Nada mais lógico. Cristiano Ronaldo, do Real Madrid, abriu o jogo. No Brasil, vestiria a camisa do Flamengo ou do Corinthians. Isso para calar a boca dos mineiros (Cruzeiro e Atlético MG foram campeões ano passado) e dos gaúchos (Grêmio e Inter RS se acham). Serve também para aquietar a “grandeza” de São Paulo, Palmeiras, Santos, Fluminense e tantos clubes “menores”, na cabeça do melhor do mundo três vezes do planeta bola.

Com certeza, se daria melhor no Timão. É raçudo, birrento, técnico e goleador. Faria uma dupla de área espetacular e histórica ao lado de Guerrero. Poderia tabelar com Emerson Sheik ou Elias. Receberia passes açucarados de Danilo e Renato Augusto. Cruzamento precisos de Fágner e Fabio Santos. Além de ser orientado pelo melhor técnico do Brasil, o inteligente Tite.

Aqui entre nós, do lado dele até eu jogo.

E tenho dito!

Explode a violência de novo na Copa São Paulo

Imagens do cinegrafista Osmar Menezes da TV Gazeta

Homem desconhecido teria sido atropelado por um carro da Polícia Militar

O Corinthians venceu o Goiás por 2 a 0 na Copa São Paulo de Juniores. No entanto, mais uma vez, a competição ficou manchada por sangue, lágrimas e confusão. O repórter Felipe Zboril, da TV Gazeta, com imagens exclusivas do cinegrafista Osmar Menezes, mostram a triste história dos tumultos ocorridos antes da partida começar. Na verdade, ninguém esperava o grande número de torcedores presentes ao estádio de Barueri. Quando a Polícia Militar tentou organizar uma fila, explodiu o conflito.

“Tiros de balas de borracha.Paus, pedras e muita correria!! Até nossa equipe de reportagem entrou no meio. Não contidos, torcedores foram para cima dos policiais e tentaram invadir o estádio! Ai a coisa ficou mais feia. Indignados com a situação os torcedores nos procuravam em meio à batalha com a polícia para nos contar o que estava acontecendo. Gente sendo carregada e mais bombas de efeito moral sendo arremessada pela polícia! Viaturas a todo instante tentavam dissipar os torcedores mais exaltados… Pouco depois a confusão voltou e confronto que estava pacífico se transformou em intenso!! Pedras foram atiradas em nossa direção e quase nos acertaram!”, narra o repórter da TV Gazeta.

Imagens do cinegrafista Osmar Menezes da TV GazetaCentenas de pessoas foram barradas em Barueri e começou uma grande pancadaria

Imagens do cinegrafista Osmar Menezes da TV Gazeta

Torcedores foram para cima de alguns policiais, que se refugiaram em um depósito.

 

Um homem não identificado teria sido atropelado por uma viatura da PM (foto). Levado por populares para dentro do estacionamento da Arena, acabou socorrido meia hora depois de perder os sentidos. Segundo a Assessoria de Imprensa da PM, um policial se feriu, quatro torcedores sofreram lesões e uma viatura apedrejada.

As autoridades, infelizmente, terão de se preparar melhor para os próximos encontros do torneio em participações do Corinthians. A entrada é de graça, muitas famílias vão ao local. Um mínimo de organização e respeito é preciso existir.

E assim caminham a eterna violência e a mediocridade…

 

Timão recoloca futebol alemão no seu devido lugar

Pode ter sido um simples amistoso em começo de temporada. Uma partida sem compromisso. Mas para o futebol brasileiro era uma questão de honra. A derrota de 7 a 1 para a Alemanha povoa os pesadelos da bola nacional e serve de argumento para os mais pessimistas. O Corinthians, porém, na base da garra e da raça superou o ainda precário preparo físico e a técnica superior do adversário e venceu o Bayer de Leverkusen por 2 a 1, de virada. O artilheiro da tarde ensolarada e fria da Flórida, para variar, foi Paolo Guerrero, autor dos gols. Para os chucrutes marcou do ucraniano Yurchenko.

Só para lembrar os “urubus de plantão”, a equipe alemã é a terceira colocada do campeonato deles e vai encarar o Atlético de Madrid na Liga dos Campeões. Ou seja, um time de ponta europeu, encarado de igual para igual. O técnico Tite, iclusive, percebeu a importância do bom resultado. Ia mudar toda a equipe na etapa final, ainda no intervalo. No entanto, pensou melhor, definiu o placar e, aí sim, administrou.

Partida disputadíssima, diga-se. Logo de cara zagueiro ucraniano e Emerson Sheik saíram no tapa. O corintiano, aliás, estava em tarde inspirada. Deu chapéu, drible da vaca e provocou os oponentes como só ele sabe fazer. Na verdade, ninguém queria perder. Mais a bola rolava e mais grama voava em Jacksonville, tantos “carrinhos”, safanões e “chegadas” de ambos os lados.

O mais importante: Timão não jogou recuado e nem afinou. Partiu para o tudo ou nada e recolocou o badalado futebol alemão no devido lugar. Guerrero pode ser peruano, mas encarna bem o espírito de “maloqueiro e sofredor” admirado e exigido pela Fiel torcida. Talvez se esse fosse o clima durante a Copa, tivéssemos conseguido o hexa.

E tenho dito!

Tite volta como saiu: Timão perde e nem ataca

Gazeta Press

Gazeta Press


O Corinthians perdeu na estréia para o Colônia, da Alemenha, 1 a 0 (gol do polonês Pesko) no primeiro jogo do Torneio da Flórida, nos Estados Unidos. A idéia é fazer um Brasil x Alemanha. No primeiro encontro, os chucrutes do Bayern de Liverkusen meteram 3 a 0 no Fluminense. Vingança brasileira ficará para outra ocasião. Mas o que mudou com a chegada de Tite e a saída de Mano? A rigor pouca coisa ou quase nada.

Tite deixou o Timão há um ano atrás com um grave problema: o ataque estéril. Entrava fulano e saia beltrano e nada de gols. Mano manteve o ritmo de abstinência na temporada 2014. Com o retorno de Adenor, o Timão caiu na mesma roda viva de sempre. No primeiro tempo, atuaram Sheik e Guerrero. No entanto, o chute mais perigoso quem deu foi Elias. Na etapa final, mudou o time todo e no ataque surgiram Luciano e o tal de Mendonza. Muita correria, pressão na saída de bola alemã e mais nada.

Pelo jeito, o Corinthians correu, correu e não saiu do lugar em termos ofensivos. Para consolar a Nação, o toque de bola e o posicionamento de alguns jogadores mudou. Elias, por exemplo, agora sim atua como “fator surpresa” vindo de trás. Jadson esteve bem melhor do que Lodeiro e lateral Edilson fez boa estréia.

Deu para perceber que temporada 2015 será osso duro de roer para a Fiel.

E tenho dito!

Eleições do Timão: contra Andrade (Dilma) entra Citadini (Aécio)

As eleições do Corinthians estão, a cada dia, com um final imprevisível. Nesta quinta-feira, um dos quatro candidatos, Paulo Garcia, abriu mão de cobiçar o cargo em prol de Antônio Roque Citadini. Garcia contentou-se em ser indicado para presidência do Conselho Deliberativo, enquanto Osmar Stabile e Emerson Piovesan foram mantidos como vices.

Bem, o que significa Citadini estar na oposição de Roberto Andrade, apoiado por Andrés Sanchez? Muita coisa. Uma delas, a velha e boa guerra da “moralidade” da qual o também conselheiro do Tribunal de Contas do Estado não abre mão: a eterna guerra contra a MSI, um dos motivos da queda de Alberto Dualib antes de Sanchez assumir o poder e indicar Mário Gobbi.

Nas administrações anteriores, de Sanchez e Gobbi, a folha salarial subiu de R$ 1 milhão e 500 mil para mais de R$ 10 milhões mensais; a Arena de Itaquera foi construída e ainda precisa ser paga (cerca de R$ 1 bilhão e 200 mil); sem falar que vários jogadores foram “fatiados” como forma de pagamento de dívidas com empresários, só para citar alguns problemas.

Na verdade, Sanchez transformou-se na grande força política dentro do clube. Elegeu-se deputado federal pelo PT, tem o apoio de torcedores uniformizados e de boa parte do Conselho Deliberativo. Sem contar que colocou, aos poucos, juízes e desembargadores na equipe, pessoas de grande prestígio social. É o “Lula” do Parque São Jorge. Citadini, no entanto, não deve nada aos “vips” da Oposição. Pelo contrário. É uma espécie de “Aécio Neves”, come pelas beiradas e agora com Paulo Garcia ao lado pode crescer mais ainda.

Como nas últimas eleições presidenciais, a disputa corintiana deve acontecer voto a voto.

E tenho dito!

Dizem as más línguas que Andrés Sanchez transformou-se no "Lula" do Corinthians

Dizem as más línguas que Andrés Sanchez transformou-se no “Lula” do Corinthians

Tite pega abacaxis deixados por Mário Gobbi e Mano Menezes

Gazeta Press

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Tite deve mesmo ser o novo técnico do Corinthians. Na segunda-feira, o anúncio será feito oficialmente pelo diretor de futebol, Ronaldo Ximenes (presidente Mário Gobbi está meio “queimado” por tê-lo substituído). E surge a grande pergunta: como o treinador mais querido pela Fiel torcida encontrará o elenco para a difícil temporada de 2015? Sem dúvida irá pegar um grande abacaxi. Gobbi e o ex-técnico Mano Menezes deixaram um time apenas razoável, embora tenham dito ao contrário várias vezes.

Estão atrás do goleiro Danilo, da Chapecoense, mas Cássio e Walter sempre deram conta do recado. Para ser o terceiro, nem precisava. Na lateral-direita, apenas Fágner vale à pena segurar. Ferrugem veio da Ponte Preta e fez até gol contra. No miolo de zaga, com Anderson Martins, Felipe e Gil terá de acontecer um reposicionamento. Martins não se encaixou no esquema de Mano. Gil se deu bem e Felipe sofreu altos e baixos. Fábio Santos já dá sinais de cansaço (fim de carreira) e Uendel apoia bem e marca mal.

Resumo da defesa: faltam laterais (direito e esquerdo) e um zagueiro (de preferência que atue tanto pela direita quanto pela esquerda).

Já o meio-campo é um problema. Ralf deve mesmo ir embora. Bruno Henrique pode ser um bom substituto. Elias, finalmente, deve atuar mais à frente como nos bons tempos de 2009. Armadores de bom nível técnico: Danilo, Renato Augusto e Jádson (ainda não se firmou).

Resumo do meio-campo: urgência para um novo cabeça-de-área e mais um meia, que poderia atuar de atacante também, o que seria o ideal. Os outros todos podem se mandar. Não servem.

E no retorno, Tite terá de reconstruir o ataque alvinegro. Malcon deverá ser negociado (não fará falta). Romero pode ser dispensado. Guerrero é a alma ofensiva e Luciano tem futuro.

Resumo do ataque: Torcer para Sheik (brigou com Mano) comprar a briga do gaúcho e resolver jogar. Até Pato pode ter um reaproveitamento satisfatório ou servir de moeda de troca. Nada de loucuras com Guerrero. Por isso, é bom rezar para ele baixar a proposta e renovar.

E tenho dito!

Tudo acaba bem quando termina bem: Verdão fica!

Deu tudo certo. O Palmeiras empatou com o Atlético PR em 1 a 1; o Santos venceu o Vitória por 1 a 0 e o Coritiba virou para cima do Bahia, 3 a 2. O Verdão continua na Primeira Divisão, aos trancos, barrancos, muita fé, esperança e paciência. Valdívia, embora não tenha feito o gol de empate (de Henrique), foi o melhor em campo. No final, confessou ter atuado contundido a pedido de um dos filhos.

A sofrida torcida alviverde, em um misto de emoção e revolta, gritou primeiro “Vergonha, vergonha, time sem vergonha”. Depois, “Palmeiras, Palmeiras, Palmeiras”. Teve gente desmaiando de nervoso e outras de emoção. Mas como diria William Shakespeare, “Tudo acaba bem quando termina bem”. Os resultados, dos Outros, salvaram a pior equipe de todos cem anos do Palestra.

Afinal, nos últimos seis jogos foram cinco derrotas e um empate. No entanto, por mais agonizantes que tenham sido os últimos dias, agora chegou a hora de se repensar o clube alviverde. O presidente eleito Paulo Nobre precisa focar na recuperação. Comemorar no centenário não cair para a Segunda, é um fim de feira total. Outro detalhe: o gramado da Arena WTorre está um lixo depois do show musical. Jogadores imploraram para que o famoso hábito de molhar o piso verde fosse evitado.

Definitivamente, melhor o palmeirense se esquecer de 2014.

E tenho dito!