Gazeta Esportiva

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Luiz Felipe Scolari já nem precisava tentar mais nada no futebol. Seu currículo completo, sua experiência e o respeito mundial que ostenta constituem uma obra acabada, muito bem acabada, por sinal. Ainda assim, aceitou a tarefa complicadíssima, avaliar toda a obra deixada por Mano Menezes, modificá-la (ou não) no que for preciso, dar à Seleção seu estilo e buscar torna-la, de novo, campeã do mundo.

Como todos, claro que ele sabe quanto vai ser difícil seu trabalho. O nivel de nosso futebol anda baixo, o próprio time nacional caiu muito no ranking da Fifa e, mais que isso, o tempo de que dispõe para modificações não é nada grande.

O jeito será sair correndo ao encontro dos treinadores das equipes do país, ouvi-los, assistir ao maior número possível de vídeos de jogos e, num tempo recorde, eleger seus favoritos a convocar.

Felipão sabe que o país espera uma equipe que jogue moderno, agressiva, vencedora e seja capaz de explodir em conquistas dignas da tradição nacional. O que quer dizer, simplesmente, um time capaz de vencer a Copa das Confederações e conquistar a Copa Mundial da Fifa.

Para um técnico que não relutou em assumir o cargo, sua volta significa que não entra nessa para perder. Tomara que dê tudo certo.





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