Na NBA

AFP

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Sexta-feira de muito transito, lembrando Sampa. Finalmente fui convencido a ver de perto um jogo da NBA. Na verdade era a primeira vez em tudo. Nunca tinha parado para assistir integralmente uma partida do basquete americano. Cheguei em cima da hora. Na bilheteria muito bem organizada, eu consegui um ingresso razoável. Entrei por uma escada rolante no meio dos torcedores, com as respectivas camisas, do New York e do Orlando. Tudo calmo. O clima lá dentro era efervescente. Festa, gritaria, danças e era apenas um jogo comum, nada de final. Mas o clima lembrava nossas finais. Jogo tenso, comemorações, mas cada um na sua. Um mais exaltado saiu algemado rapidinho. Fui ao banheiro no intervalo, enquanto um mágico se apresentava na quadra. Tudo impecável. Melhor que os dos nossos shoppings. E eram 20 mil pessoas circulando. Comida fácil em vários pontos, interação com o público em tempo integral e no final as duas torcidas saíram juntas deixando tudo livre em dez minutos. O banheiro seguia impecável e as lojistas vendiam de tudo. O estacionamento circulava bem e em poucos minutos eu estava num restaurante jantando. Não serei seguidor da NBA. Não sou conhecedor e sigo apaixonado pelo velho futebol. Porém vou cada vez cobrar mais dos nossos cartolas. Dá para receber bem as plateias e faturar muito com profissionalismo. Por que o nosso principal esporte precisa seguir tratando os consumidores como lixo?

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