Andrés X Marco Polo

Sergio Barzaghi/Gazeta Press

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A guerra já foi declarada. Andrés Sanchez fala abertamente que será candidato a eleição da CBF em 2014. Marco Polo Del Nero, o braço direito de José Maria Marin, na verdade o presidente de fato, articula para não perder a boquinha, que lhe vale prestígio para ter tentáculos de dar inveja a Ricardo Teixeira, com cargos em tudo quanto é confederação do mundo da bola. Quando Marin e Marco Polo contrataram Felipão a revelia do então diretor de seleções, Andrés Sanchez, ele se viu obrigado a sair e partir para o ataque. Andrés tem amplas ligações com os figurões do PT, especialmente o ex presidente Lula. Marco Polo usa os cargos com habilidade. Enquanto Andrés articulou com canais do partido facilidades nas obras do Itaquerão, Arena Palestra e cobertura do Morumbi, cooptando Palmeiras e São Paulo para o seu lado, Marco Polo conseguiu patrocinador para todos os campeonatinhos regionais, inclusive de federações insignificantes, se bem que para mim todas são. Marco Polo adoça a boca das federações. Andrés tenta trazer os clubes. Se ficar assim Marco Polo vai levar vantagem, pois,  as federações tem mais votos do que os clubes. Porém, pode surgir aí o mundo ideal, que seria a liga de clubes. Com a liga, federações e confederação seriam organizações decorativas e os clubes passariam a usar suas forças para eles mesmos e não, como agora, para intermediários indevidos. A guerra promete e poderá ter capítulos emocionantes até mesmo envolvendo as vidas particulares dos dois candidatos. 2013 promete.

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