Gazeta Esportiva

Reprodução TV

Ridícula a atitude do árbitro Marcelo de Lima Henrique ao duelar com Rafael Moura a posse da bola que estava em campo ao encerrar a decisão carioca.

Independentemente da interpretação e comentário de cada um dos que presenciaram a grotesca cena, entendo que faltou inteligência para o árbitro e conhecimento da regra por Moura.

Quem fornece as bolas para o jogo é a equipe mandante, no caso o Botafogo. Em se tratando e jogo final, ou jogos finais, quem fica responsável pelo fornecimento das bolas é a própria Federação organizadora do campeonato ou o patrocinador do material esportivo
que, aproveitando o momento, fabrica uma bola personalizada com nomes, datas e logomarcas dos envolvidos da disputa pelo título.

Portanto, nenhum dos dois deveria brigar pela bola como fizeram. Quem garante que aquela era a bola que Rafael Moura marcou o gol da vitória, já que há um revezamento de bolas quando elas saem de campo e são substituídas.

Para o jogador seria um troféu simbólico e para o árbitro uma recordação. Pede a bola para terminar o jogo fazendo o gesto que o mestre Arnaldo Cezar Coelho fez na final da copa do Mundo de 82 e depois conversa com o jogador.

Divulgação

Se fosse malandro ou conhecedor das regras, Moura poderia ter ficado com a bola, sido expulso e levado ela para o vestiário. Não causaria prejuízo para o Flu já que o jogo iria ser encerrado. 

Depois de se expor ao ridículo, Marcelo Lima foi procurar o jogador para devolver o objeto de tanta cobiça. Precisou insistir para que o jogador aceitasse o presente. Quanta imbecilidade.

Antes dos jogos que entendia que a bola seria importante para mim, já avisava o diretor da equipe proprietária da minha intenção e mandava descontar o valor da minha taxa de arbitragem. Nunca descontaram, mas também nunca precisei duelar pela posse de uma gorduchinha.

Foto: Fernando Dantas/Gazeta Press

Daqui a pouco a bola vai rolar pelos campos do Brasil e da América, colocando em campo equipes que se enfrentam pela Copa do Brasil e pela Libertadores. Agora, as competições estão bem niveladas e, dificilmente teremos zebra.  

São jogos chamados de ida, ou seja, aqueles em que os visitantes mesmo perdendo, voltam esperançosos, principalmente, se marcarem gols fora de casa.  

Taticamente o duelo de conhecimentos dos técnicos é interessante.  

Quem joga em casa precisa vencer sem sofrer gol. Aquele que visita não quer perder sem poder balançar a rede adversária e as vezes, o mais ousado acaba construindo uma vantagem interessante para o jogo de volta.  

Depois que as grandes equipes perceberam que a Copa do Brasil é uma competição mais fácil de se alcançar a Libertadores, acabaram-se as chances dos pequenos.  

Na Libertadores a situação é a mesma. Os chamados “perebas” ficaram pelo caminho e os mais tradicionais começam a enfrentar os tradicionais clássicos do continente. Infelizmente, a Conmebol, entidade que cuida do futebol sulamericano precisa usar árbitros pouco qualificados como moeda de troca e assim, será possível ver apitadores como o colombiano Buitrago em ação.  

Mesmo alguém do Vasco não tendo gostado da indicação de Sandro Meira Ricci para apitar o jogo contra o Corinthians, um dos melhores do Brasil, entendo que foi uma boa escolha. Ele que se destacou pela Federação de Brasilia, apita atualmente por Pernambuco e tem capacidade para manter a ordem em campo e dar as duas equipes condições de perder ou ganhar sem a interferência grotesca da arbitragem.  

Fim de semana com mais um passaporte carimbado para Londres. As meninas do vôlei venceram o Pré-olímpico sulamericano e agora vão tentar a defesa da medalha de ouro, após a conquista histórica nos Jogos de Pequim.

Siceramente acredito que a tarefa seja mais complicada dessa vez. Americanas, russas, italianas e as cubanas em nosso caminho. Mas será que algúem dúvida do potencial de Sheilla, Paula Pequeno, Jaqueline entre outras?

Eu não!  Vamos Brasil!!

No jogo final, o Santos não foi bem no primeiro tempo por mérito do Guarani,  mas também pelas  falhas individuais dos santistas.
Rafael soltou facilmente uma bola que, para goleiro com a qualidade dele, não pode acontecer. Pior. Resultou no pirmeiro gol doscampineiros.
No segundo gol do Guarani, o vilão foi o xerifão Durval. Ele deu uma
“espirrada” feia dentro da área deixando a bola ajeitadinha nos pé do
atacante Bruno Mendes, 2 a 2.

PAULO CÉSAR OLIVEIRA

Mas, se a defesa entregava, no ataque o Santos FC contou com uma interpretação equivocada do árbitro Paulo Cesar Oliveira que resultou em gol. A bola bate no antebraço do Fabio Bahia.
Não foi pênalti. O lance deveria ter sido interpretado como bola na mão.
Aliás, a atividade árbitro é a única que quanto mais você pratica,
mais experiencia adquire e no caso, pior fica.

Incrível. Com cinte e cinco anos,  PC Oliveira era um fenômeno. Agora na faixa dos quarenta, ele consegue ser vetado pelos quatro clubes considerados grandes do futebol paulista e, num jogo entre grande x pequeno, decidindo o campeonato, com tudo a favor do grande, que não precisava de nenhuma ajuda, pelo contrário, poderia até ser
“prejudicado”, ele erra a favor do grande.

 Mudou muito esse rapaz. Que pena!

ADRIANO PAGODE

Como são as coisas ou o destino, como queiram. Adriano, que já havia ficado de fora da decisão contra o Barcelona, recebeu o terceiro amarelo no primeiro jogo e mais uma vez não aparece no poster de campeão como titular.
Maranhão, que se revelou no Guarani, substituto natural de Adriano, entrando na lateral e Henrique voltando para o meio-campo, no treinamento sentiu um desconforto na musculatura e também não saiu na foto. Seria emocional?
Existe até uma piada que diz que há jogadores que são como o saco escrotal. Importante no ato sexual mas, na hora da alegria, do extase, fica do lado de fora da festa.  Que fase, amigo!

Parabéns aos administradores do Santos FC pela conquista do primeiro tricampeonato após a era Pelé.  É claro que as atenções maiores estão voltadas para a comissão técnica e os jogadores, com destaque maior para Neymar Jr, PHGanso, Arouca, Elano, Dracena, Durval, Rafael Cabral e outros, não necessáriamente nessa ordem.
Palmas também ao presidente Luiz Álvaro, que ao enfrentar o poder dos dólares e Euros, e a pressão daqueles que cuidam e lucram com a carreira e futura transferência de Neymar , possibilitaram que o garoto realizasse seus desejos materiais no Brasil e, consequentemente, marcar um capítulo na história de conquistas do Santos FC.

Será que se LAOR fosse presidente do Santos EM 2003/2004, Robinho teria ido embora?

É claro que, para que uma negociação aconteça, passa pela vontande, desejo e sonhos do envolvido. Neymar só não foi embora ainda, porque não quer.
Melhor pra nós, brasileiros que gostamos de futebol irresponsável,
irreverente, debochado, criativo, ousado, humilhante, alegre e vitorioso.

VIVA O SANTOS, VIVA NEYMAR.

Foto: AFP

Foto: AFP

O técnico Mano Menezes convocou 23 jogadores para a disputa de quator amistosos, antes da derradeira lista dos jogadores que vai disputar os jogos olímpicos. Estranhamente nenhum jogador do Shacktar Donetsk ou do empresário Carlos Leite está na lista. Será o efeito Marin na CBF?

E os corintianos Ralf e Paulinho? Pelo menos um deles deveria estar na lista. Se os santistas Ganso, Neymar e Rafael foram chamados, os volantes do Timão deveriam estar lá. Tudo bem. Nada de idade olimpica. mas a bola que estão jogando. Como fica?

Foto: AFP

Foto: AFP

Desfalcado do craque Altitude, o Deportivo Quito, que havia ganho o jogo de ida, no Equador, por 4 a 1, perdeu a vaga na Libertadores com uma goleada para o Universidad del Chile de 6 a 0. Tá pensando que é showbol? Tá mais fácil cair no buraco do Datena.

Aqui no Brasil não foi diferente. Sem poder contar com seu craque La Paz, o Bolivar foi humilhado pelo Santos. Virou 5 a 0 e poderia ter acabado em 10 mas o capitão Edu Dracena pediu para Neymar Jr e Cia se satisfazer com 8 a 0. Todos se sentiram vingados e confirmaram que sem o craque das alturas o futebol boliviano cai na real.

Foto: Sérgio Barzaghi/Gazeta Press

Foto: Sérgio Barzaghi/Gazeta Press

Nem só jogador provoca expulsão em jogo decisivo, de maneira desnecessária. Técnico também. No jogo em que a Ponte Preta eliminou o Corinthians do Paulistão, Gilson Kleina foi expulso de maneira irresponsável, deixando seus jogadores orfãos do líder, por não conhecer a regra e não saber agir sob forte pressão emocional.

Como a Ponte venceu, alguém da imprensa disse e muitos acreditaram que o técnico tinha sido inteligente em tumultuar e assim, esfriar a reação corintiana. Até ele acreditou que era herói. Mas como já dizia um filósofo qualquer, nada como um jogo após o outro para sabermos o que é verdade e o que é mentira. Quinta-feira o técnico Kleina mais uma vez deixou seus comandados orfãos ao ser expulso na derrota e eliminação para o São Paulo. Quando o comandante não se enquadra, o que esperar dos subordinados?

A Ponte mostrou que a sina de time pequeno continua a lhe acompanhar. Na hora de decidir, não consegue impor duas eliminações contra os considerados grandes. Que pena!

Mesmo não aproveitando todas as oportunidades criadas, senão seria um saco, o Corinthians derrotou o fraquissimo Emelec.

Só para confirmar.

Algumas equipes prolongam a vida na Libertadores praticando atos de hostilidade contra os adversários e contando com a preciosa ajuda de árbitros caseiros.

Quem assistiu o jogo indagou se o goleiro Cassio foi muito exigido? Realmente foi. Por que?

Sabidamente o Emelec explora muito os cruzamentos para o atacante Figueiroa. Com sua altura somada a envergadura e mais a impulsão, Cassio alcança tranquilamente mais de três metros de altura.

Outra coisa, não tem medo de sair nas bolas fora da área pequena.

Em dois jogos demonstrou estar confiante e ser confiável. Já conquistou o torcedor corintiano e os descrentes.

Se não se acomodar ou mudar o comportamento, nem se contundir tão cedo, Julio Cesar vai ficar assistindo o Timão jogar por muito tempo.

Fiquei surpreso com a reação agressiva do zagueiro palmeirense Henrique contra o
paranista Douglas.E olha que o defensor alviverde tem o apelido de princípe. Que nada!!

Henrique foi empurrado, sofre a falta e revida com uma cabeçada.

Machão esse Henrique, heim.  Seja inteligente, se quer descontar, sendo zagueiro fica fácil.

Foi expulso e desfalcará o verdão no primeiro jogo contra o Atlético Paranaense.

Pior. Caso seja condenado por agressão, pode ficar um bom tempo afastado do futebol.

Tem atitudes praticadas por jogadores de futebol que nos faz pensar na
música “Cachiblema” da dupla Athayde e Alexandre,  Ou o cara tá na
cachaça, com chifre ou problema.