
Quanta mediocridade nas arbitragens de Fabricio Neves, no jogo do Corinthians contra o Flamengo e de Elmo Cunha no jogo do Vasco x São Paulo.
Árbitros e assistentes erram em quase tudo.
O Flamengo fez 1 a 0 com Renato Santos impedido. Edenilson sofreu pênalti de Wellinton, não marcado, na frente do adicional. Brincadeira
de criança. Em São Januário o que teve de falta inexistente marcada não deu para contar.
São árbitros sem personalidade, sem critérios e, pior, sem autoridade alguma. Todo mundo pede cartão, quem bate e quem apanha. É mole? Não
basta saber como assopra o apito. Esses dois se dariam melhor se fossem mordomos. Que vergonha!

Rubens Chiri - SPFC
CÁSSIO E ROGÉRIO CENI
Enquanto o goleiro selecionavel Cássio continua provocando calafrios nos corintianos quando sai do gol em bolas altas, Rogério Ceni pega as que dão e as que são impossíveis. Fez defesas contra o Vasco que até Juninho Pernambucano perdeu a paciência com o veterano e diferenciado goleiro.
Enquanto isso, nossa seleção continua sem, goleiro, sem líder e sem cobrador de faltas. Será que o Rogério Ceni não contribuiria positivamente convivendo mais de perto com os queridinhos do Mano? Tem goleiro convocado que só pega na volta. Parece leite condensado, bateu tomou.
Procurem ver a sequência de defesas que Rogério Ceni fez contra o Vasco.
O Liedson não comemorou o gol em respeito ao Corinthians ou aos corintianos?
O sistema defensivo do Fla é fraco ou Edenilson e Emerson estavam “imarcaveis”?
E o Polga, que fez sua estréia, já está contaminado. Entrou muito “louco” de vontade!
O São Paulo fez 2 a 0 com Luiz Fabiano – como é largo – e o fominha
Osvaldo e colocou o Vasco na roda. Seria o Barcelona do Jardim Leonor?
Foi mesmo, eu assisti ao jogo do Corinthians, tendo que aturar a torcida desbragada do pessoal da TV Globo a favor do Mengo, cujo primeiro gol foi validado apesar da posição de impedimento, conforme vc frisou. Parece mesmo que a arbitragem está orientada a favorecer os cariocas, e olha que o jogo foi no Pacaembu. Mas, ainda que o jogo tenha tido muitas faltas, o ambiente entre os jogadores foi de fraternidade: Liédson entrou no segundo tempo abraçando os corintianos, e, ao fim da partida, Wagner Love saiu de campo abraçado a um corintiano.
O lance do gol foi um impedimento difícil de marcar, Godoy. Centímetros. Erro muito mais grosseiro foi do impedimento que deram do Léo Moura, que entraria sozinho na área pra finalizar (isso já no segundo tempo).
E aquele “pênalti” ali… sinceramente, um árbitro com a sua experiência caiu naquele migué? O cara chegou no fim do campo e se jogou no chão. O Wellington só pisa no gramado perto dele.