Os erros continuam

O árbitro Elmo Alves Resende Cunha, da Federação Goiana de Futebol, é um daqueles que não foi e nem será alguém de expressão na arbitragem brasileira. É boa pessoa porém, um árbitro limitadissímo. Não deixará saudade nem terá história importante para contar quando encerrar a carreira.
No jogo Vasco x Atlético Mineiro, conseguiu anular um gol legítimo do Vasco no primeiro tempo em lance com Juninho Pernambucano e o equatoriano Carlos Tenorio. As regras são universais. Para todos os povos praticarem o futebol.
Então, o que é falta aqui e infração lá, ou não? Então pergunto: os dois atletas vascainos jogaram na França, se eles tivessem se comunicado em francês, o árbitro marcaria falta? E se a comunicação fosse em mandarim ou guarani, o que faria o inteligentissímo Elmo Resende?
Não vou nem falar muito do pênalti vergonhoso que ele marcou para o Atlético. Se o Bernard caísse no vestiário era capaz que ele também marcaria pênalti. Um dos maiores defeitos dos árbitros é a pré-disposição em apitar.
E o festival de interpretações equivocadas na marcação de pênaltis foi de alto nivel. Até árbitros considerados caseiros andou assoprando o apito equivocadamente a favor do visitante. Seria por causa do peso e tradição da camisa? Não creio. É ruindade mesmo!
O novato catarinense Ronan Marques da Rosa parece que se assustou com o Pacaembu lotados e deu um pênalti absurdo para o Corinthians. A fiel torcida agradeceu e Chicão também. Gol.
E lá em Recife, o que que foi aquilo que o paulista Guilherme Cereta de Lima fez. O pênalti que ele marcou para o flamengo ele deveria ter cobrado.
Renato bateu e marcou o gol da vitória dos cariocas, quebrando a série invicta do Nautico em casa de 11 rodadas, para desespero do técnico Gallo.
Dorival Junior ficou feliz da vida. Ceretta salvou o rubro negro do rebaixamento. Apenas um equivoco?

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