Tricolor na final contra a deslealdade

Djalma Vassão/Gazeta Press

Djalma Vassão/Gazeta Press

O São Paulo terá, na noite desta quarta-feira, a oportunidade de conquistar um título internacional diante da sua torcida. O Morumbi estará lotado, abarrotado, por tricolores que não fazem uma festa por títulos há algum tempo. Espero que a administração do estádio seja competente o suficiente para não dificultar a entrada do torcedor.

Os jogadores do São Paulo já conhecem o comportamento dos argentinos. O Tigre foi violento e desleal em casa, imaginem aqui. Aliás, foi jogando fora que ele eliminou seus adversários e chegou na condição de finalista. Cuidado!

Uma equipe só pratica o anti-jogo e a truculência com a conivência da arbitragem. E isso nós constatamos no primeiro jogo. O árbitro escalado é Enrique Osses, do Chile, com um perfil que pode ser classificado e pouco experiente, bananão e caseiro. Lembram-se do que ele fez com o Grêmio em Bogotá?

O São Paulo precisa se preocupar em jogar futebol. Ganhe primeiro e brigue depois. Comprovadamente, salvo raras excessões, o jogador brasileiro não sabe retribuir a catimba, milonga e provocações dos argentinos. Ele parte pra briga. Quer mostra que é macho. Burro, porém macho.

Outro detalhe. Não fique esperando uma arbitragem caseira, ela até pode acontecer, mas, lembrem-se de que do outro lado temos Julio Grodona, presidente da AFA, amigão de Ricardo Teixeira agora, descartado por Marim e Del Nero.
Se cuide JuJu.

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