Galo e Flu largam na frente

Bruno Cantini - CAM

E não é que o Galo meteu o bico no Ganso!

Com duas assistências perfeitas de Ronaldinho, o Atlético Mineiro iniciou a fase de grupos da Libertadores ganhando o São Paulo por 2 a 1, mantendo a invencibilidade na Arena Independência.

No primeiro gol a experiente zaga do tricolor vacilou.

Como o jogo estava paralisado, Ronaldinho aproveitou para beber água, servida por Rogério Ceni, dentro da pequena área, ficando por ali como se estivesse impedido.

Mas a bola veio de arremesso lateral, que não tem impedimento , e o gaúcho só teve o trabalho de cruzar para Jô marcar.

No segundo tempo, quando mandava no jogo, os paulistas foram surpreendidos novamente por uma jogada individual de Ronaldinho, que driblou dois, foi a linha de fundo e cruzou para Réver marcar.

O São Paulo pressionou e num contra-ataque Aloisio, depois de fazer falta em Julio Cesar, não marcada, descontou.

No último lance do jogo, Ganso chutou para fora a chande de empatar o jogo.

O resultado amenizou as críticas que o árbitro Marcelo de Lima Henrique receberia dos atleticanos, por não ter invalidado o gol de Aloisio. Disciplinarmente ele foi bem e os jogadores colaboraram.

Jogo de poucas faltas e nenhuma violência.

O outro brasileiro que iniciou sua participação na Libertadores com
vitória foi o Fluminense.
Venceu o Caracas na Venezuela por 1 a 0, gol do artilheiro Fred. O árbitro Buitrago, caseiro pra caramba, fez de tudo para que os venezuelanos empatassem mas não conseguiu.

Um comentário em “Galo e Flu largam na frente

  1. Foi uma tremenda deslealdade do Gaúcho, verdadeira velhacaria que não cabe entre colegas de profissão. Vejamos: Se é uma deslealdade a simulação de uma falta, um penalti, por exemplo, que até deve ser punida com cartão Amarelo, que dizer do comportamento do Ronaldinho.
    A simulação do Penalti pode ser um ato instintivo, de momento. Mas, o que o Ronaldinho fez foi algo premeditado, utilizando-se do companheirismo de um adversário, de boa fé, de boa índole, que não vê, no adversário, um inimigo e sim um colega de profissão. Por que ele não pediu água para seu massagista, o que seria normal. Ele poderia ter simulado um amarrio de chuteira, uma outra coisa qualquer para se colocar em uma posição de vantagem.Isto sim, seria um lance de inteligência, de quem conhece as regras do jogo. Mas não ele procurou um colega para se valer de sua boa fé, de sua camaradagem, para tirar um proveito. Típica simulação, absurdamente distante de atitudes de FAIR-PLAY. Lamentável! É com atletas com este tipo de caráter que pretendemos formar nossa seleção?
    Sabem o que aconteceria se ele fizesse algo parecido contra uma equipe Argentina, Paraguaia ou Uruguaia? Talvez não lhe dessem água ou se dessem teriam cuspido nela primeiro. Porém, se recebece água e consumasse seu gesto velhaco, teria levado o MAIOR PAU por parte dos 11 adversários, mais reservas, comissão técnica e até de policiais, com certeza.
    Lamento muito, mas não li, nem ouvi, nenhum comentário neste sentido. Todos criticaram o gesto do Rogério Sene – esta é sem dúvida a opinião dos torcedores de da crónica esportiva brasileira, do povo brasileiro, INFELIZMENTE.

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