Gazeta Esportiva

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Desse jeito, mesmo não chovendo em São Paulo o rio Tietê vai transbordar! São lágrimas de sãopaulinos, palmeirenses e corintianos.

É água que não acaba mais. Só falta a torcida do Santos chorar no domingo. Será?

Por incrível que possa parecer, entre as atividades e profissões, o árbitro é o único que, quanto mais experiente fica, pior apita. Seja no estadual, nacional ou em competições internacionais.

O que os paraguaios Carlos Amarilla e um dos auxiliares fizeram com o Corinthians é muito sério.

Para um árbitro que já foi considerado o melhor do continente americano, seus erros despertam a reflexão: “foram culposos ou dolosos?” Não são erros que só a televisão mostra.

Como ele conseguiu ver a falta de Paulinho no goleiro Orion? Seria uma pré-disposição em anular gol corintiano?

Estaria Amarilla prestando um serviço sujo a mando da Conmebol para que o Corinthians ou um time brasileiro não conquiste o quarto título consecutivo da Libertadores?

O Timão já foi punido exemplarmente pela entidade sulamericana no episódio da morte do torcedor boliviano. Lembram-se?

Claro que o Corinthians não foi eliminado só pelos erros da arbitragem, mas foi impossível superar o Boca Jrs da maneira que se comportaram os paraguaios.

Nervosismo, querendo brigar primeiro para ganhar depois, pressão pela responsabilidade diante do fiel torcedor, não rendendo o futebol esperado, são fatores que também contribuiram para a eliminação.

Mesmo assim, fez um gol validade e desperdiçou grandes oportunidades pelos pés de quem é considerado craque. Né, Pato!

Tudo isso serve para um aprendizado doloroso e de alerta para os demais brasileiros que continuam na disputa.

Cuidado com as forças ocultas nos bastidores. O trio paulista está eliminado e o sonho do bi fica para o ano que vem.

Como irá se comportar emocionalmente os jogadores corintianos contra o Santos. Vão jogar com mais qualidade e vontade? E o Santos vai saber
aproveitar o abatimento moral dos adversários na decisão do Paulistão? Sei não.

Fernando Dantas - Gazeta Press

Quem diria, hein! O Palmeiras conseguiu dois resultados contra o Tijuana que nem o Corinthians conseguiu.

Empatou no México e perdeu em casa. Os corintianos perderam lá, mas ganharam aqui.

É preciso saber jogar a Libertadores. Os jogadores palmeirenses estavam mais preocupados em brigar, intimidar pela força do que pelo futebol. Primeiro você ganha, depois briga. Se fizer o contrário será, fatalmente, eliminado.

A péssima arbitragem do venezuelano Juan Soto contribuiu para que tivessemos lances de MMA em pleno gramado.

Do que adianta o árbitro ter um excelente condicionamento físico e não saber apitar, se impor, punir corretamente? O nosso Seneme não passa nos testes físicos e apita pra caramba. É a vida.

O resultado de zero a zero no jogo de ida iludiu os palmeirenses que, mesmo apoiados pela eufórica torcida, fez vexame e foi derrotado no Pacaembu por 2 a 1. O nervosismo de alguns jogadores substituiu a qualidade técnica.

No primeiro gol dos mexicanos o goleiro Bruno foi artilheiro, confirmando que no momento que mais precisam dele,  falha e saboreia seus frangos.

Contra o Ituano faltava ritmo de jogo e ontem?

Henrique também foi solidário ao goleiro. Sózinho, cabeceou uma bola que poderia dominar e sair jogando, dando uma baita assistência para o segundo gol do Tijuana.

Quando as coisas não estão, individualmente, dando certo, até a arbitragem complica mais. Kleber fez um gol legitimo que foi mal anulado. Assustado, o árbitro marcou um pênalti de autêntica bola na mão, entre dois mexicanos.

Souza não desperdiçou o presente, mas foi insuficiente. Mesmo jogando com um a mais após a expulsão de Aguillar, o Palmeiras não conseguiu reverter a desvantagem e fazer o resultado que precisava.

Pelo menos para os mais otimistas, o vexame não foi tão grande quanto poderia ser se tivesse que jogar contra o Atlético Mineiro na sequência. Vamos ver como o Galo se portará na grama sintética e depois no alçapão do Independência contra os mexicanos.

Fernando Dantas - Gazeta Press

Terminou o suspense!

Acabaram-se as especulações e angustias. Começa agora a fase do outrismo. Isso mesmo. Com a presença do outro seria melhor.

Para alegria de poucos e tristeza de muitos, o técnico Felipão divulgou a lista com os nomes dos 23 convocados para defenderem a Seleção Brasileira na Copa das Confederações.

Mesmo sendo a Seleção Brasileira, ela não é a minha  e sim a seleção do Felipão e companhia.

Só ele sabe o que é melhor para ele e não pra mim ou nós.

Sabemos que o técnico forma um grupo e monta uma equipe de acordo com suas convicções e conhecimentos futebolísticos.

Agora, cá pra nós, pensando bem, creio que a seleção de cada um dos brasileiros pouca coisa diferente teria desta elaborada por Felipão.

Deixando o sentimento clubístico de lado, quem voce levaria para o gol, além de Julio Cesar, Jefferson e Diego Cavalieri? Pensou
em Cássio, Victor ou Diego Alves e isso mudaria alguma coisa?

Nas laterais, além da unanimidade Daniel Alves, voce poderia até substituir Jean por aquele do seu time , mas do lado esquerdo Marcelo e Filipe Luis não sofrem questionamentos.

Voce incluiria quem entre os beques Thiago Silva, Dante, David Luiz e Rever?

Já sei. Mas ele não está nem jogando no seu novo clube e quando vestiu a amarelinha, amarelou. Ou não?

Gosta de volantes brucutus ou técnicos? O que acha de Fernando, Hernanes, Luiz Gustavo e Paulinho?

Tem mais para o setor de inteligência. Oscar, Lucas, Jadson e Bernard. Não está bom? Você queria o velhinho dentuço Ronaldinho?

Ai teria que chamar outro atacante grandão do Galo e sabemos que a preferência é por Leandro Damião e Fred, que completam a lista com Hulk e Neymar.

Tá vendo. São poucas as posições ou nomes que voce trocaria.

Se não é uma seleção que contagia, que empolga, por enquanto, vamos esperar a bola rolar para saber se faremos bonito ou não na Copa das Confederações.

Se puder cruzar os dedos, ajuda.

Gazeta Press

No Rio de Janeiro e no Rio Grande do Sul, tudo definido com os títulos de Botafogo e Inter, mas em outras partes do Brasil , o “bicho tá pegando”.

Em Pernambucano, o valente Santa Cruz conquistou o terceiro título consecutivo e pra cima do rival Sport na Ilha do Retiro. O herói, o exótico Flávio Caça Rato, quem diria.

Quem também comemorou foi o Coritiba e com virada sobre o rival Atlético-PR. O coxa conquistou o tetra campeonato, sob o comando de Alex, que faturou o primeiro titulo estadual no time em que iniciou a carreira.

Bruno Cantini - CAM

Em alguns estados a bola ainda vai rolar nas disputas, mas dúvido que Atlético-MG, Vitória, Criciúma e Ceará não levantem a taça.

O galo quebrou a invencibilidade do Cruzeiro no ano com um “acachapante” 3 a 0 no estádio Independencia. Pois é, Caiu no horto, tá morto e a raposa já está enterrada.

Na Bahia, Joel Santana definiu a derrota por 7 a 3 para o Vitória na Fonte Nova como fim de feira. Nem ele confia mais no Bahia.

O Criciuma fez dois a zero na Chapecoense com dois gols de Marcel e está próximo da Taça. Já  no Ceará, o vovô eliminou o Fortaleza e vai encarar o Guarani de Sobral na decisão

Teve ainda empate entre Dragão e Goiás, e esse parece ser o mais equilibrado. E a bola ainda vai rolar por esse Brasilzão!!!

* colaborou FERNANDO CAMARGO

Fernando Dantas - Gazeta Press

No dia das mães, quem foi uma mãe?

O Santos por ter deixado o Corinthians deitar e rolar no primeiro tempo ou o Corinthians por não ter goleado o Peixe? Difícil de responder, né!!

Mandante do primeiro jogo, o Corinthians fez quase tudo para estabelecer uma grande vantagem no Pacaembu.

Só faltou o que para alguns  é apenas um detalhe: Bola na rede

O timão marcou apenas uma vez no primeiro tempo, com Paulinho, o melhor em campo, e desperdiçou inúmeras oportunidades.

No segundo tempo o Santos melhorou com as alterações que Muricy fez no intervalo, colocando Felipe Anderson e André. Mesmo assim, possibilitou contra-ataques desperdiçados pelos comandados de Tite.

Resumindo, o Corinthians não converteu em gols sua superioridade. Mesmo estando a frente com o segundo gol do jogo marcado pelo artista Paulo André , o time não se acomodou e continuou dando sopa para o azar. Não deu outra!!

O Santos marcou o de honra com Durval e leva a decisão para a Vila Belmiro precisando vencer por um gol de diferença para provocar cobranças de pênaltis ou dois gols para ficar com o título. O tetra. Será que é possível?

Difícil sim, impossível não. Basta Neymar jogar aquele futebol decisivo e ser ajudado pelos companheiros para que o Santos tenha chance de concretizar o sonhado tetra paulista.

Beneficiado pelos 2 a 1 do Pacaembu, o Corinthians deverá explorar os contra-ataques.

O Santos não poderá jogar fechadinho, terá que atacar e correr o risco de perder o jogo e o título na Vila Belmiro.

No Pacaembu, a arbitragem do Wilson Luis Seneme e seus auxiliares foi perfeita.

Pela televisão, ficaria fácil marcar  um pênalti para cada uma das equipes. Fábio Santos dá um tranco nas costas de Cícero, o que não pode. É falta. Foi dentro da área, portanto.

Na área contrária o lateral Léo deu um carrinho em Alessandro, tocou na bola e, na sequência, ergue o pé e derruba o corintiano. Pênalti também.

O árbitro foi bonzinho com Romarinho, que simulou ter sofrido pênalti de Dracena. Bem colocado Seneme acertou em não marcar mas deveria ter punido o atacante cai-cai do Corinthians.

Pena que Seneme tem problemas físicos, que o impedem de ser aprovado nos testes físicos mais rigorosos da FIFA e o tiram da Copa do Mundo no Brasil, além da CBF que o impede de apitar nas competições nacionais.

Ele só está “apto” para jogos da Federação Paulista de Futebol. O futebol ainda precisa de árbitro como Seneme e não temos.

Se nossos clubes considerados grandes não estão jogando tanto no Paulistão, não podemos esperar muita bola na Copa do Brasil ou Libertadores.

Assim foi o que o Santos apresentou diante do Joinville.

Ganhou de 1 a 0 com gol de Durval. É mole!

Mesmo jogando em casa, o Joinville fez de tudo para que o segundo jogo acontecesse, menos tentar vencer o Santos, que, por seu lado, não fez por merecer eliminar o jogo da volta.

O 1 a 0 foi muito. Pelo o que jogaram, ninguém mereceu a vitória.

A desculpa é sempre a mesma: “jogadores estão desgastados com tanto jogo decisivo”. Prefiro acreditar no Mantega.

O retrospecto técnico dos clássicos que tivemos no Paulistão não credencia nenhuma das equipes para a primeira final. Corinthians e Santos devem ficar no empate sem gols no Pacaembu.

Depois, outro empate na Vila Belmiro e a decisão será nos pênaltis para consagração
de Cássio ou Rafael, que não se adiantarão em nenhuma das cobranças. Será??

Bruno Cantini - CAM

A zebra não teve chances de colocar suas listras em jogo, a não ser na camisa do Atlético, no Independência.

Como já era esperado, o Galo venceu e eliminou o São Paulo da próxima fase da Libertadores.

Só o placar de 4 a 1, é que foi cruel com os paulistas: 4 a 1. Pelo menos, o Tricolor viveu uma noite de Real Madrid e de Barcelona.

Desfalcado de Osvaldo e Lúcio, com PH Ganso tímido e o zagueirão Toloi colocando Ceni, mais uma vez em fria, o São Paulo não foi páreo.

Precisando reverter a derrota do Morumbi, teve que se expor mais e tornou-se presa fácil para um Ronaldinho inspirado e até agressivo.

Quem se deu bem foi o ex-corintiano Jô. Marcou 3 vezes. O outro foi do ex-sãopaulino Tardelli. Mais sem querer do que querendo, Luiz Fabiano fez o de honra, contando com a colaboração do goleirão Victor.

Para delírio da torcida atleticana, o lema de que – “quem cai no Horto
tá morto”, continua valendo.

Agora os mineiros aguardam o vencedor de Palmeiras x Tijuana. Se repetir a dose que impôs ao São Paulo, não tem pra ninguém.

Nem para o Corinthians, Fluminense ou um argentino que seja.

Depois da segunda eliminação em poucos dias,  resta ao São Paulo se preparar em 18 dias para a estréia no Brasileirão.

Será que o trabalho da comissão técnica é bom e os resultados não acontecem ou as conquistas não são alcançadas porque o trabalho não é bom?

Vamos aguardar a resposta do JuJu.

Sergio Barzagui - Gazeta Press

Não poderia ser melhor para o Santos ter o Corinthians como adversário na decisão do título do Paulistão.

Foi para o Timão que o Peixe perdeu o título de 2009. De lá pra cá só deu Santos e agora, pode até ser considerada uma revanche, ou não? Só para motivar um pouco mais, já que em 2001, o peixe venceu o timão na Vila.

A verdade é que na semifinal entre São Paulo e Corinthians, o que menos vimos foi futebol de alta qualidade.

Vendo as duas equipes jogarem, entende-se perfeitamente porque foram derrotados na Libertadores.

Só querem marcar o adversários. Se agissem assim para marcar gols, seus torcedores estarião mais felizes.

Igualdade de 0 a 0 no placar levou a decisão para os pênaltis e, mais uma vez, o ídolo Luiz Fabiano fracassou.

Depois que PH Ganso já havia isolado o seu pênalti , o Fabigol bateu mal e Cassio defendeu com facilidade.Pelo lado do Corinthians o infeliz foi
Alessandro que chutou na trave.

Na vitória por 4 a 3 do Corinthiansnos nos pênaltis , merece registro a atitude do árbitro Antonio Rogério do Prado, que, corajosamente e não muito usual, fez cumprir a regra na última cobrança corintiana, feito por Pato.

Na primeira execução, o goleiro Rogério Ceni defendeu adiantando-se quase na risca da pequena área. Na repetição, Pato bateu no mesmo canto direito de Ceni, que saltou para o esquerdo.

É quase impossível o goleiro defender uma cobrança de pênalti sem transgredir a regra. Como, quem executa se abate ao errar, fica cômodo para o árbitro validar a cobrança. Luiz Fabiano caiu na grama e lamentou. Inteligentemente, Pato questionou a atitude irregular de Ceni.

Nas cobranças erradas pelos palmeirenses contra o Santos, ninguém pressionou o árbitro. O mesmo comportamento teve os jogadores do Mogi Mirim ao errarem contra o mesmo Santos. O goleiro Rafael defendeu as quatro cobranças de maneira irregular e ninguém questionou.

Sabemos que o árbitro está lá para fazer cumprir as regras expontâneamente, porém, existe um lema: “a situação faz a ação”. Se ninguém percebeu ou reclamou, porque “inventar” e ser mais realista do que o Rei? E assim caminha nossa arbitragem.

Sergio Barzagui - Gazeta Press

Santos de novo na final. O papatítulos do Paulistão já está classificado, aguardando o adversário que saí do confronto São Paulo x Corinthians.

Tanto faz, seja quem for é forte, tradicional e adversário com qualidades para interromper o tetra-campeonato do Santos.

Foi difícil, mas o Santos conseguiu eliminar o Mogi Mirim em plena casa do adversário.

O 1 a 1 no tempo regulamentar foi merecido para um jogo em que tivemos muitos passes errados, preciosismo por parte de alguns jovens do Sapão que, em alguns lances, queriam decidir sozinhos.

Os goleiros foram pouco exigidos, mesmo o jogo sendo disputado com muita intensidade física. Se faltou inspiração, sobrou transpiração.

As torcidas que lotaram o estádio ficaram atentas até o apito final de Flávio Guerra que, junto com seus companheiros, realizou uma boa arbitragem. Apenas um lance merece destaque.

Não marcou falta de Dracena em Vagninho por não ter certeza se foi dentro ou fora da área. Deveria ter apitado e pedido a ajuda dos parceiros.

O pecado maior de Guerra foi não ter tido coragem de repetir as cobranças de pênaltis defendidas pelo santista Rafael. Nas duas defesas ele se adiantou e muito.

Mas, nem os jogadores do Mogi reclamaram. Aliás, Rafael só não foi em uma das bolas chutadas da marca do pênalti.

Mostrou que está condicionado a ir na bola e não arriscar o canto.

Para o ainda garoto Neymar, é a quinta decisão consecutiva de Paulistão.

Perdeu para o Corinthians em 2009 e foi campeão nos anos seguintes – 2010, 2011 e 2012 -, podendo chegar, agora, ao tetra. Olha só, nem Pelé conseguiu.

O técnico Muricy pode conquistar mais um tri campeonato em sua carreira. Já foi no São Paulo, em Brasileiros, faltando o Paulistão.

Certeza mesmo é a de que não teremos pequenos atrapalhando os investimentos e planejamentos dos grandes.

O técnico Dado Cavalcante, merecidamente tem recebido elogios e a cobiça de muitos.

Porém, permitir que sua defesa fizesse a linha de marcação na marca do pênalti em falta frontal como a que resultou no gol de empate do Santos, é uma falha imperdoavel.

Sofreu o gol e a conseguente desclassificação no pênaltis: 5 a 4. Aprender na dor não é bom não.

Como pode um time que entra em campo carregando no peito o título de CAMPEÃO MUNDIAL, amarelar do jeito que o Corinthians amarelou em La Bombonera para o Boca Jrs.?

Pô, os argentinos não ganham uma no campeonato argentino, mesmo dentro do seu estádio, e o Timão virou timinho.

Não me venham com essa de que a inflamada torcida fez a diferença. Os jogadores do Corinthians estão acostumados a enfrentarem o peso e pressão de uma nação de fanáticos.

Uma vergonha!

Pior, Riquelme, o ídolo, seu melhor jogador, mesmo já em fase final de carreira,
, não estava em campo. É mole!

Agora os gringos jogam no Pacaembu beneficiados pelo 1 a 0. É de se esperar o máximo de anti-jogo e catimba, peculiar dos argentinos.

Não  a toa que já ganharam SEIS Libertadores.

No Pacaembu, a atitude tem de ser outra. Marcação forte, pé calibrado e força da torcida. Espremer o Boca Juniors é a solução!!

*colaborou FERNANDO CAMARGO