De volta ao Ironman

Kona, Havaí (EUA) – Aqui estou de novo, pela sexta ou sétima vez em minha vida, mas encontro uma Kona (e, meus caros, não ponham maldade nisto, pela igualdade fonética com… bem, vocês sabem) bastante diferente daquela que vi pela última vez em 1984. Muito mais construída, mais trânsito. Imagino mesmo a dificuldade que os organizadores devem enfrentar para ainda realizarem aqui o Ironman, o mais famoso triathlon do mundo, com seus quase quatro quilômetros de natação, 180 quilômetros de ciclismo e 42.195 metros (uma Maratona completa) de corrida.

Já estive com Rodrigo Eichler, da revista Tri Sport, que me entregou o uniforme brasileiro com que minha filha Rebecca vai competir. Encontrei o famoso Negão, corredor brasileiro que emigrou para o Colorado, onde vive desde 1988, exibindo suas virtudes de mestre-cuca. Há outros brasileiros na prova e, nos próximos dias, pretendo contar para vocês alguma coisa sobre eles e esta prova que exerce até hoje um fascínio inigualável. Gente de todo o mundo vai competir neste sábado.

O Ironman do Havaí pode não ter sido o triathlon original. Dizem os historiadores que, antes dele, foi realizado um em San Diego, na Califórnia, mas as etapas eram subdivididas. Havia diversos trechos de corrida e diversos trechos de natação. Apenas o ciclismo era contínuo, mas numa distância muito curta.

Não há dúvida que foi o Ironman do Havaí que fez o mundo conhecer o triathlon como ele é.

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