Bristol (EUA) – Dos 30 primeiros atletas masculinos profissionais classificados no recente Ironman de Kona, Havaí, todos são provenientes de países europeus, dos Estados Unidos e da Austrália. Como anfitriões, os Estados Unidos se destacam, com seis representantes, mas a Alemanha aparece logo depois, com cinco. Em seguida, entram Austrália, Bélgica e França, com quatro, a Suíça com dois, Grã-Bretanha, Luxemburgo, Dinamarca, Ucrânia e Portugal, com um. A curiosidade fica por conta do fato de que um dos representantes alemães, Faris Al-Sultan, é filho de mãe alemã e pai iraquiano, mas nascido na Alemanha e competindo pela Alemanha. Note-se também, com Pedro Gomes, a presença de Portugal, que em geral não chega a ser considerado um legítimo representante do Primeiro Mundo mas que tem ótima tradição em corridas (tanto de rua quanto de pista) e em ciclismo, embora não se destaque tanto em natação.
Entre as mulheres foram 29 profissionais, das quais quatro não compleraram o percurso e aí o domínio americano foi maior, com nove representantes. A Alemanha outra vez compareceu muito bem, com quatro triatletas, vindo em seguida a Grã-Bretanha com duas (entre as quais a campeã Leanda Cave, erroneamente listada pelos organizadores como “americana”), a Bélgica, a Nova Zelândia, a Suíça e o Canadá com duas, a Austrália com uma e a Dinamarca também com uma.
Entre os países sul-americanos o destaque foi o Brasil, com 47 representantes (Rebecca Stephenson também foi listada como “americana”, embora seja brasileira).
É natural e esperado que, à medida que nossa economia se desenvolva, o Brasil apareça mais em competiçõess de triathlon, um esporte realmente caro. E os custos são evidentemente muito maiores no Ironman, com seus 3,9 quilômertros da natação, 180,2 de ciclismo e uma maratona completa ao fim de corrida.
Parabéns a sua filha Rebecca e boa sorte no campeonato mundial ao Sr. e sua esposa.
Espero que o seu joelho esteja 100% no dia da prova.