Quente, mas não muito

AFP

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Bristol (EUA) – O Japão é um dos países que tem mostrado mais progresso  no futebol, apesar da recente derrota para o Brasil. Diga-se  que progresso não apenas no futebol masculino, mas também no feminino, se nos lembrarmos do título mundial conquistado por suas mulheres naquela final contra os Estados Unidos.

A seleção japonesa é a  líder no momento  na fase final classificatória do Grupo B na Ásia para a Copa do Mundo no Brasil, com uma vantagem de cinco pontos depois de quatro partidas disputadas. Nesta quarta-feira o Japão enfrenta  Oman, em Muscat, e, segundo o técnico Alberto Zaccheroni, o  calor será o grande inimigo da equipe.

Segundo o italiano Zaccheroni, a partida deveria ser marcada para as 20 horas

- Nosso time gosta de correr – dizz Zaccheroni – e teria um rendimento muito melhor se o jogo fosse de  noite. Afinal, a FIFA já decidiu que a Copa do Mundo no Qatar será jogada com partidas disputadas à noite, por causa do calor. Oman também fica no Oriente Médio, afinal de contas, e tem o mesmo clima.

Podemos dizeer que é guerra psicológica de um experiente técnico europeu. Acontece que Oman também tem um técnico europeu, o francês Paul Le Guen. E ele apareceu com sua resposta:

- A hora do jogo não vai ter influência. Não estamos mais no verão. Nesta época do ano a temperatura em Musct é de 30 graus, um calor até menor do  que o de  Tóquio no verão. Aqui a temperatura de fato pode chegar aos 50 graus, mas isto acontece em julho, não em novembro.

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