Será que vai?

AFP

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Bristol (EUA) – Os Estados Unidos voltam a ter uma prova de Fórmula 1, neste fim de semana, em Austin. Texas. A história da fórmula mais badalada do automobilismo mundial nos Estados Unidos nunca chegou a ser um grande sucesso.

É verdade que os Estados Unidos tem dois campeões mundiais de F-1, Phil Hill e Mário Andretti. É verdade também que, durante um bom número de anos, os vencedores das 500 Milhas de Indianápolis contavam pontos no campeonato da F-l. Mas era uma aberração, pois praticamente nenhum piloto americano se dava ao  trabalho de disputar também para a provas da F-1.

Mário Andretti, que viveu os dois diferentes mundos, nasceu na Itália e só emigrou para os Estados Unidos aos 15 anos.

Uma de minhas primeiras lembranças em F-1 foi a de ter assistido à estreia de Emerson Fittipaldi, em Brands Hatch, na Inglaterra, em 1970. A última prova daquela temporada foi em Watkins Glen, nos Estados Unidos. Emerson ganhou a prova e, ganhando-a, deu ao austríaco Jochen Rindt, falelcido pouco antes, o título póstumo da temporada.

Outras disputas famosas da F-1 nos Estados Unidos envolveram a vitória de Ayrton Senna sobre Jean Alesi, por apenas oito segundos, em Phoenix, no Arizona, em 1990.

Mas no geral o público norte-americano, sempre envolvido com as competições da Indy e com os stock-cars da Nascar, se manteve alheio ao charme da F-1, o que explica o fato da série ter tido diversos circuitos diferentes (inclusive circuitos de rua), ao longo de temporadas esparsas, sem nunca ter chegado a se firmar.

Dizem que agora em Austin, no Texas, a história vai ser diferente. Será que vai?

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