
Fernando Dantas/Gazeta Press
1 pênalti que não foi dado em Sheik.
1 impedimento mal marcado cujo resultado seria um gol de Romarinho.
1 golaço de Riquelme que, na boa, não foi sem querer. Foi gol de craque.
Um monte de cartões amarelos distribuídos.
Esse foi o resumo do primeiro tempo do jogo entre Corinthians e Boca. Os argentinos entraram pra jogar, deixaram a catimba em casa e levaram a melhor na primeira etapa jogando bola. O Corinthians apressado e nervoso não armou as jogadas como deveria, faltou toque de bola, faltou um golzinho, apesar dos erros do juiz.
No segundo tempo, um gol de Paulinho logo no comecinho do jogo aqueceu os corações corintianos.
1 a 1 no placar. O Corinthians precisava fazer mais dois. Pouco tempo depois, o time teve um gol anulado e ainda sobrou cartão amarelo para o Paulinho por reclamação. Na sequência, mais um pênalti em Sheik que não foi marcado.
E como não era pra ser, Pato perdeu um gol i-na-cre-di-tá-vel.
Pois é, o Boca, aquele time tão desacreditado, aquele time que todo mundo falava que era fraco, mostrou a que veio. Não sentiu a pressão da torcida e fez a parte dele dentro de campo. Essa é a magia do futebol. Nem sempre o melhor ganha. Tudo bem que o juizão ajudou, e muito. Corinthians fora da Libertadores.
Mas uma coisa foi de arrepiar: a torcida corintiana fez uma festa linda pro time ao final do jogo. Os jogadores não conseguiam sair de campo diante do espetáculo. Reverenciaram o bando de loucos da arquibancada.
Domingo a vida continua com a final do Paulistão contra o Santos. E dessa vez vai dar Corinthians.