Lutador do GLORY, Saulo Cavalari é astro em clipe musical de Banda Haullys

 

Saulo Cavalari é astro de clipe musical - Divulgação GLORY/James Law

Saulo Cavalari é astro de clipe musical – Divulgação GLORY/James Law

 

O lutador Saulo Cavalari está colhendo os frutos de suas grandes exibições no GLORY, maior evento de kickboxing do mundo.

O atleta de Curitiba da academia Thai Brasil, foi escolhido pela banda de pop rock, Haullys para ser o astro principal de seu novo clipe, da música “Pago Pra Ver”.

Após nocautear Mourad Bouzidi, vencer Filip Verlinden e fazer uma das lutas mais duras de Tyrone Spong no GLORY, Saulo atualmente é o número 3 do mundo no ranking da organização.

Considerado um dos lutadores mais promissores do kickboxing brasileiro, Saulo conquistou o cinturão do WGP Kickboxing antes de integrar o plantel do GLORY.

 

Veja o clipe da Banda Haullys com Saulo Cavalari:

Combate da Semana Especial – Conheça o adversário de Rafael dos Anjos, o americano Benson Henderson

 

 

Americano é ex campeão do UFC - Divulgação UFC/Josh Hedges

Americano é ex campeão do UFC – Divulgação UFC/Josh Hedges

 

Neste sábado, o brasileiro Rafael dos Anjos tem uma luta difícil pela frente.

O atleta enfrenta o ex campeão do UFC, o americano Benson Henderson.

Henderson que é conhecido por sua versatilidade e bom preparo físico, se tornou campeão do organização ao vencer o compatriota Frankie Edgar.

Após perder o título para outro compatriota, Anthony Pettis, o lutador venceu dois adversários, Josh Thomson e Rustam Khabilov, e enxerga a disputa com Rafael como um passo importante para se aproximar de mais uma chance.

O americano tem com base, a arte marcial sul coreana Taekwondo além de treinar Wrestling, Jiu Jitsu e Boxe.

O blog traz três lutas do americano, contra Frankie Edgar, Clay Guida e Rustam Khabilov.

 

Assista a 3 combates de Benson Henderson:

Fazendo estréia no UFC neste sábado, Valmir Bidu mostra confiança para combate: Posso começar a fazer meu nome!

Valmir Bidu faz estréia no UFC neste sábado contra americano - Divulgação

Valmir Bidu faz estréia no UFC neste sábado contra americano – Divulgação

 

A espera de Valmir Lazaro, o Bidu, acabou. Contratado no início deste ano pelo UFC, o lutador da equipe Nova União, enfim, fará a estreia na organização no sábado, dia 23 de agosto, contra o norte-americano James Vick, pela categoria peso-leve (até 70,7kg), no UFC Fight Night 49, em Oklahoma, nos Estados Unidos.

Bidu precisou controlar um pouco mais a ansiedade, já que estava escalado originalmente para lutar no dia 2 de agosto, quando aconteceria o UFC 176, com o duelo pelo cinturão dos pesos penas entre José Aldo e Chad Mendes. Contudo, Aldo, seu companheiro de treinos, acabou lesionando o ombro, o evento foi cancelado e os combates remanejados.

Assim, o atleta teve o confronto remarcado. E o adiamento, que poderia parecer ruim à primeira vista, acabou sendo bom para o baiano Bidu. Ele revela que aproveitou o tempo a mais para prolongar o camp e preparar-se ainda melhor para estrear no octógono com o preparo físico e técnico ideais.

“Lógico que tinha ansiedade de fazer logo minha primeira luta no UFC, mas como foi pouco tempo de adiamento acabou sendo bom. Estou mais forte fisicamente e no meu peso ideal para estrear com vitória”, comenta Bidu, destacando o que viu de positivo com a remarcação da luta: “Deu para treinar mais e estudar melhor o James Vick. O camp foi bem forte e prolongado. Dosamos bem os treinamentos, fortalecendo a parte técnica. Treinei com feras como o próprio José Aldo, o Renan Barão e o Léo Santos. A Nova União tem isso de muito positivo. Todos me deram instruções sobre o UFC. Chego pronto e cada vez mais confiante”.

Com um cartel expressivo de 12 vitórias e somente duas derrotas, sendo 11 triunfos consecutivos, Bidu não se preocupa com a pressão da estreia na franquia, mesmo tendo sido escalado já no card principal e diante de um adversário invicto com cinco lutas e cinco vitórias, sendo uma no UFC.

“Acho que a responsabilidade de estrear no card principal é maior, mas não sinto esta pressão. Sei que o Vick é um cara duro, invicto, mas estou sendo muito bem preparado e tenho certeza que posso começar a fazer meu nome no UFC já vencendo um rival deste porte”, opina.

Além de Valmir Bidu, a Nova União será representada no UFC Fight Night 49 por Thales Leites. Um dos mais experientes lutadores da academia, o niteroiense vai enfrentar Francis Carmont na terceira luta mais importante da noite, em busca de sua sétima vitória consecutiva, a quarta no UFC, e a 23ª na carreira em 27 confrontos no total.

Para duelo com americano no UFC, Charles do Bronx intensifica treinos com Jorge Patino Macaco: É um grande treinador!

 

Do Bronx conta com ajuda de famoso treinador e amigo, Jorge Patino Macaco - Divulgação UFC/Josh Hedges

Do Bronx conta com ajuda de famoso treinador e amigo, Jorge Patino Macaco – Divulgação UFC/Josh Hedges

 

Em busca da terceira vitória seguida no UFC, a 19ª na carreira, Charles do Bronx recebeu um importante reforço para a reta final de seu camp para a luta contra Nik Lentz. Jorge Patino Macaco, um dos principais nomes da história do MMA brasileiro e um de seus mentores, desembarcou no Guarujá, litoral de São Paulo, na última semana, e vai participar dos treinamentos do atleta para a luta do dia 5 de setembro, em Connecticut, nos Estados Unidos.

A programação inicial consistia em encerrar os treinos na academia de Macaco nos Estados Unidos. No entanto, para ganhar tempo e evitar o desgaste inicial da viagem, foi Jorge Patino quem veio para o país se juntar ao intenso ritmo de atividades na Do Bronx Gold Team.

“O treino está pesado, o foco está todo voltado para essa luta e por isso resolvemos que seria mais fácil, para evitar o cansaço, o Macaco viajar para São Paulo e me ajudar” conta Charles, mostrando sua admiração pelo mestre: “Sou pupilo do Macaco. É um grande treinador, profissional e amigo que fiz no mundo das lutas. Devo muito a ele por tudo o que me ensinou, e por isso a presença dele no meu camp só me dá mais motivação para buscar a vitória sobre o Lentz”.

O confronto é visto por Charles do Bronx como um dos principais em sua carreira. Em franca ascensão na categoria peso pena (até 66,2kg) do UFC – já aparece na 14ª colocação do ranking – o lutador acredita que mais uma vitória, a terceira consecutiva, o levaria para o meio dos principais nomes da divisão.

“A categoria é disputada, mas estou começando a evoluir. Sou jovem ainda e posso chegar entre os tops se continuar nessa batida. Vencer um lutador do porte do Nik Lentz, será mais um degrau escalado. Vim de vitórias duras (contra Andy Ogle e Hatsu Hioki) e consegui aparecer entre os Top 15. Ter a presença do Macaco no meu camp, junto a toda a equipe que treina comigo, é fundamental neste momento”, comenta.

Charles do Bronx e Nik Lentz possuem cartéis de destaque no MMA. O brasileiro ostenta 18 vitórias, sendo seis no UFC, e apenas quatro derrotas. Já o norte-americano venceu 25 lutas e foi derrotado seis vezes. Ambos possuem um ‘No Contest – luta sem resultado’, justamente no confronto entre os dois, em junho de 2011. Na ocasião, Charles teve o braço levantado ao final da luta, mas o resultado foi anulado em seguida, devido uma joelhada ilegal não-intencional que teria desferido no rosto do adversário.

Em edição de aniversário, Jungle Fight anuncia mudança em disputa de cinturão no mês de setembro

Bilarinho enfrenta novo oponente em setembro - Divulgação Jungle Fight

Bilharinho enfrenta novo oponente em setembro – Divulgação Jungle Fight

 

A luta principal do Jungle Fight 73, marcado para o dia 6 de setembro, no ginásio do Ibirapuera, em são Paulo, sofreu uma alteração. Escalado para desafiar o campeão Jonas Bilharinho pelo cinturão dos pesos-galos (61 kg), Fabiano “Jacarezinho” adoeceu e foi impedido pelo médico de dar sequência aos treinamentos, comprometendo a sua preparação. Com isso, David Tatá, que vem de uma incrível sequência de quatro vitórias no evento, herda o posto de desafiante número um.

Mineiro de Rio Pardo de Minas, David “Tatá” possui um cartel de sete vitórias e apenas um revés. Sua trajetória no Jungle Fight não começou muito bem. Em sua estreia na organização, na edição de numero 60, ele foi derrotado por Felipe Cruz via decisão unânime. Determinado, “Tatá” corrigiu os erros e, além de emplacar uma sequência de vitórias, ainda faturou o troféu Carlson Gracie, dado ao lutador mais empolgante de cada edição.

“Sou o tipo do atleta que o Wallid gosta, pois luto sempre para frente, para definir a luta, e não escolho data e nem adversário, ainda mais valendo cinturão. Estou em um momento bom, venho vencendo bem as minhas lutas, sempre contra adversários duros, o que é comum no Jungle Fight. Já comecei a minha preparação e podem ter certeza que vou dar tudo de mim lá em cima”, garantiu o desafiante.

Assim como seu oponente, Jonas Bilharinho também vem de quatro vitórias na organização. A mais recente, em março deste ano, lhe rendeu o título dos pesos-galos em uma das lutas mais equilibradas do cenário nacional. Só que posteriormente a organização lançou um novo tipo de cinturão, com detalhes coloridos, e esse é o novo objetivo do lutador, que também comentou a necessidade de mudar o camp devido à mudança do adversário.

“Cada atleta tem um jogo próprio, e é isso que diferencia ‘estar treinado’ de ‘estar em camp’. Sempre treino o mais específico possível para tentar antever tudo o que poderá acontecer no dia da luta. Minha última luta acabou nas mãos dos juízes, embora eu tenha feito de tudo para terminar antes. E esse é meu pensamento de sempre: definir a luta lá dentro. Só que às vezes não dá. Mas estou focado e minha intenção é me manter campeão do Jungle, ganhar um cinturão novo daquele e me aproximar cada vez mais de um contrato com o UFC”, avisou o campeão.

Além da disputa de cinturão entre os pesos-galos, a edição de aniversário de 11 anos do Jungle Fight também vai contar, em seu co-main event, com a primeira disputa de cinturão peso-palha (52 kg) da organização. Invictas e com cinco vitórias, Maiara Alves e Ericka Almeida decidem qual entrará para a história do evento como a primeira campeã da categoria.

Confira abaixo o card completo do evento (sujeito a alterações):

Jungle Fight 72 – edição especial 11 anos

Ginásio do Ibirapuera, São Paulo-SP

Sábado, 06 de setembro de 2014

Horário: 21h (horário de Brasília)

Jonas Bilharinho “Speed” (Team Nogueira) x David “Tatá” Silva (Colisão) – Cinturão Peso-Galo – até 61kg;

​Maiara Alves (Nocaute Team) x Ericka Almeida (Herman Gutierrez) – Cin​turão Feminino – Até 52kg;

Rene “Soldado” Pessoa (Power Lotus Team) x José Diaz “Suavecito” (Cleber Jiu Jitsu) – até 77kg;

​Fernando Di Pierro (Alliance/Equador) x Douglas Bertazini “El loco” (Miguel Repanas) – até 84kg;

Martin Ottaviano “La Maquina” (Sukata Academy/Argentina) X Charles Leite (Demian Maia Jiu Jitsu) – 93kg;

​Matheu Mattos “Adamas” (Team Nogueira) x Allan Miguel (Fight Club BFC) – até 61kg;

Valdines Silva (Pitbul Brothers) x Allan “Popey”(Ryan Gracie/Polemico) – até 66kg;​

Paulo Oliveira “Capoeira” (Orion Fight) x Diego Paiva (Miguel Repanas) – até 57kg;​​

Gregory ” Robocop ” Rodrigues ( XGym ) x Bruno Lopi (011 Team) 84 kg ;

Roberto Silva (Equipe Família Furacão) x Diogo “Pink” (Xgym) – até 61kg.

Brilhando em evento americano, Alexandre Vieira comemora resultado e visa aos poucos migrar para o MMA: Vou trabalhar pacientemente!

Lutador mira mudança para o MMA no futuro - Divulgação Koral

Lutador mira mudança para o MMA no futuro – Divulgação Koral

 

Responsável por difundir o nome do Brasil em todo o mundo, o jiu-jitsu segue revelando e exportando grandes talentos brasileiros para o cenário internacional. Desta vez, foi o carioca Alexandre Vieira quem fez bonito.

O jovem atleta da BTT sagrou-se campeão do tradicional NAGA, evento de luta agarrada, realizado no último sábado (16), em Austin, Texas (EUA), em duas modalidades diferentes. Sem quimono, Alex finalizou três adversários – com dois mata-leões e um triângulo de mão – para ficar com o cinturão da categoria até 70kg, disputado por faixas-marrons e pretas. Já de quimono, o título veio após estrangular o rival com um rodado, em menos de um minuto.

“Fiquei muito empolgado com a oportunidade de lutar o NAGA e foi muito maneiro. Ganhei o sem kimono e tive que lutar com kimono na categoria acima. Acabei finalizando em 40 segundos um atleta mais pesado. Ganhei dois ouros e em dez dias já consegui ótimos resultados. Não vinha bem, mas o fato de chegar aqui e focar só nos treinamentos tem sido excelente”, contou Alex.

Nos Estados Unidos desde o começo de agosto, o faixa marrom planeja seguir por lá até dezembro, para aumentar ainda mais o nível de treinamentos e disputar mais competições internacionais. Satisfeito com a conquista dos títulos, Alexandre quer trabalhar para seguir colhendo bons frutos de sua estada em solo norte-americano.

“Sempre quis vir para o Estados Unidos e ficar um tempo. Na época acabei não conseguindo o resultado que queria no Mundial, mas já tinha sido ótimo sentir essa energia e aprender como as coisas funcionam. Depois disso, eu tive uma boa oportunidade de retornar para cá (Estados Unidos) através de alguns amigos e professores”, explicou.

Aos 24 anos, o atleta, que é oriundo da Brazilian Top Team, também é faixa preta de kickboxing e possui experiência no MMA, com uma vitória e nenhuma derrota em seu cartel. Focado em refinar o seu jogo na luta agarrada, ele tem como objetivos principais para o restante de 2014 a disputa do Mundial NoGi, o Long Beach Open, na Califórnia, e o Dallas Open.

“Sobre a questão do MMA, eu venho trabalhando isso de maneira gradual. Primeiro pretendo me firmar e fazer o meu nome no jiu-jitsu para quando migrar de vez para o MMA eu não ser apenas mais um. Apesar de estar focando meus treinamentos no jiu-jitsu no momento, não parei de treinar o MMA. Pretendo fazer essa transição, mas ainda não tenho previsão e vou trabalhar pacientemente. Tenho competições importante pela frente e quero focar nelas”, concluiu.

Após susto, Duda Yankovich conta sua história, fala sobre Ronda Rousey, lamenta falta de reconhecimento e planeja voltar a lutar: Desistir jamais!

Duda Yankovich fala sobre carreira, MMA, e Ronda - Arquivo Pessoal

Duda Yankovich fala sobre carreira, MMA, e Ronda – Arquivo Pessoal

 

O blog traz uma entrevista especial nesta semana.

Conheça um pouco sobre a história de Dusica Jankovic.

Por este nome, talvez você não vai saber que é o verdadeiro nome da atleta Duda Yankovich, de 37 anos que nasceu na Sérvia.

Duda conheceu as artes marciais desde os 11 anos de idade, Duda foi a faixa-preta mais jovem de Karatê Shotokan da história da Sérvia, antiga Iugoslávia. Em 1994 disputou o Campeonato Europeu em Praga, obtendo a medalha de prata. Neste mesmo ano também ganhou a medalha de bronze no Campeonato Mundial juvenil na Polônia.

Passou a praticar Kickboxing e boxe tornando-se campeã sérvia de 1996 a 1999 e campeã dos Balcãs em 1998 e 1999.

Devido a guerra em seu país, a atleta mudou para o Brasil em 1999.

Recentemente, após ter sido ajudada pela lenda do MMA, Rodrigo Minotauro, a lutadora Duda Yankovich já superou o susto vivido após ter sofrido um AVC (Acidente Vascular Cerebral).

Recuperada, a atleta contou como foi sua recuperação e também falou sobre sua história no mundo das lutas.

“Estou ótima. Minha recuperação foi rápida e com 14 dias já estava fazendo atividade física além de trabalhar normalmente. Agora com um pouco mais de um mês retomei a minha rotina de treinos, com um pouco menos de intensidade mas evoluindo rapidamente.

Queria agradecer a equipe médica do Barra dor, que cuidou de mim, a Dra. Angela Cortes, meu treinador Vander Valverde e meus colegas de treino que me resgataram, Rodrigo Minotauro, André da Delínea Seguros e o advogado Paulo Parente que cuidaram de tudo e principalmente meu marido, Douglas Moura, que foi incansavelmente presente do começo ao fim e além disso meu patrocinador Apto Comunicação que passou a me apoiar após o que aconteceu para que meu retorno seja muito em breve.

Obrigado por salvar minha vida, agora vou aproveitar e fazer valer a pena.” contou Duda.

 

Duda recebe homenagem  e se torna cidadã honorária do Rio de Janeiro - Divulgação

Duda recebe homenagem e se torna cidadã honorária do Rio de Janeiro – Divulgação

A atleta contou um pouco sobre sua mudança do Boxe para o MMA e revelou um sentimento de indignação com o pouco reconhecimento do público devido suas grandes conquistas alcançadas.

 

“Eu entrei na Team Nogueira em 2011, ainda competindo somente no Boxe. Mas viver dia a dia com atletas de MMA, treinando algumas sessões com eles, vendo essa luta diária, meu coração bateu mais forte e eu precisava entrar nesse mundo. Foi um desafio, e como eu adoro desafios, estou amando, treinando e lutando MMA pelo puro amor ao esporte, as artes marciais e vou continuar até o fim.

Na verdade, fui campeã mundial de Boxe, campeã brasileira, campeã Panamericana, Bi Campeã Sul Americana de kickboxing, fui medalha de bronze de boxe amador pelo Brasil no Campeonato Panamericano Feminino em 2005.

Eu tenho a plena consciência que as pessoas e até os fãs só lembram dos resultados recentes.

Infelizmente o meu título mundial, foi o primeiro título mundial feminino na história do Brasil e foi pouco reconhecido, mesmo eu optando a representar o país que ainda nem me naturalizou. Isso sim acho injusto!” disparou Duda.

 

Duda contou como anda seu trabalho e reconheceu que não tem acompanhado muito o kickboxing atualmente.

 

“Na verdade eu não dou muita aula na Team Nogueira, faço parte da supervisão técnica e comportamental dos professores que dão aula na matriz e nas franquias. A Team Nogueira não é apenas uma academia, a gente procura trazer para dentro a família toda, cada um adotando as artes marciais de seu jeito.

Procuramos abrir espaço para todo mundo, ajudar na educação das crianças, abrir espaço para projetos e ajudar os jovens com menos oportunidade na vida. E tudo apresentando como exemplos de disciplina, superação, determinação, dedicação e foco.

Sem os próprios próprios atletas profissionais da academia, seria impossível, É uma honra fazer parte da Team Nogueira, fora isso eu trabalho como preparadora física e personal trainer junto ao respeitado professor Cláudio Pavanelli na Beone. (Núcleo de Desenvolvimento da Performance Humana).

Vou ser bem franca, não tenho acompanhado do kickboxing recentemente, mas fico feliz de saber que está aparecendo cada vez mais. É um esporte que eu gosto muito e lembra minha vida na Sérvia.

Devo muito ao kickboxing e meu treinador Neca e acho que é um esporte que merece mais espaço na mídia.

Sobre o Boxe, tornou se difícil lutar no Brasil, nem vou mencionar, mas acredito que você sabe muito bem dos problemas (Managers, Empresários, Bolsas, Promotores), ainda com a expansão do MMA, complicou ainda mais.

Conheço bem os irmãos Falcão, adoro e sou fã de carteirinha. Conheço o Yamaguchi desde a época que eu era a única mulher a treinar com a seleção masculina em Santo André.

Tomei muitos socos dele quando lutava na categoria até 64 kg. Foi um tempo muito bom de muito aprendizado, tenho muito carinho por estes meninos e espero que cheguem longe e tragam de volta o brilho do boxe que este esporte merece.” contou.

 

A lutadora também contou com tem sido seu processo de mudança de categoria, agora que vai lutar com 57 kg.

Duda admitiu que para a mulher é um pouco mais difícil perder peso em comparação aos homens.

 

“Hoje eu nem luto mais na categoria 135 lbs (61 kg). E sim na 125 (57kg), para descer até 135 não foi difícil, já para chegar na 125 eu tenho um pouco mais de trabalho, mas não é difícil quando se tem a disciplina.

As mulheres no geral perdem menos peso que os homens, tem uma ou outra atleta que perdem igual mas o procedimento é o mesmo. Perder peso hoje é uma ciência, não se tem luxo para errar pois na hora da luta o erro aparece.

Para mulher certamente é um pouco mais complicado devido aos processos fisiológicos, mas não impossível, basta ter a disciplina.” contou.

 

Lutadora é integrante da Team Nogueira - Arquivo Pessoal

Lutadora é integrante da Team Nogueira – Arquivo Pessoal

 

A lutadora analisou o perfil da americana Ronda Rousey que atualmente tem vivido momentos de grande fama e repercussão.

Duda, que já participou do reality show da Rede Record, A Fazenda e teve muita exposição na mídia mostra um descontentamento com as atitudes da americana.

 

“Eu admiro a atleta Ronda Rousey. Sua qualidade técnica, agressividade, vontade de vencer.

Mas não sou louca pela figura humana dela, pois discordo das suas atitudes antiesportivas, sua forma de se dirigir a outras atletas, certa falta de respeito para com suas adversárias e arrogância desnecessária.

Mas ela optou por este perfil e espero que ela venha a saber lidar com as consequências. A vida é feita de escolhas.” disparou Duda.

 

A atleta também falou um pouco sobre sua história na Sérvia, além de seu retorno que ainda não tem data marcada.

 

“Eu vivi não uma, mas quatro guerras e uma delas foi diretamente (bombardeio de Belgrado na OTAN, durante 77 dias) e outras indiretamente que aconteciam nas fronteiras do país.

Meu pai e meu tio foram convocados e ficaram desaparecidos por alguns meses e eu sei que a guerra faz com as pessoas.

Eu acho que o esporte é o caminho da união, cada dia acompanhamos o poder que os atletas de ponta tem na mídia, influenciam nos jovens e isso é algo que poderia ser usado melhor. Sempre mandando o recado da união, da paz.

Ainda não tenho data para voltar por agora, pois me preocupo com a minha integridade física e saúde, mas em breve poderei dar a notícia. Desistir Jamais.

A vida é feita de escolhas, eu fiz duas: Uma é o esporte e outra é desistir jamais, por mais que venha parecer ser difícil.” finalizou a atleta.

 

Conheça Duda Yankovich:

 

GLORY anuncia mudança de comando, novo representante internacional Jon J. Franklin mira retorno em outubro e possível retorno para a Europa

Trabalhando no Boxe, Jon J. Franklin vai ajudar o GLORY - Divulgação

Trabalhando no Boxe, Jon J. Franklin vai ajudar o GLORY – Divulgação

O maior evento de kickboxing do mundo, o GLORY anunciou nesta terça feira uma mudança importante em seu staff.

Conhecido no mundo da luta como um dos maiores gestores em empresas de comunicação voltada a esportes de combate, o americano Jon J. Franklin assume o posto de representante chefe internacional da organização.

Trabalhando a mais de 15 na área, Franklin é conhecido por atuar no famoso evento americano de boxe, o Golden Gloves (luvas de ouro), que revela muitos talentos para o boxe atual.

Jon vai ajudar a organização em eventos nos Estados Unidos porém sua colaboração não será somente em solo americano.

Em entrevista ao site MMA Mania, Franklin anunciou a renovação do contrato do GLORY com a emissora americana Spike TV e acredita que o evento retorne em outubro.

“Nós vamos voltar em outubro. Em um mundo moderno acredito que o GLORY é como a Fórmula 1.

Temos muitos seguidores no mundo todo e agora estabelecemos nossa marca nos Estados Unidos e vamos continuar trabalhando para fortalecer o esporte no país.” contou Franklin que revelou duas possibilidades: O retorno do evento a Europa e uma possível edição em parceria com o Bellator.

“Temos pessoas trabalhando em Amsterdam verificando as chances de realizar um evento lá. Seria algo muito grande. Paris também é uma possibilidade já que temos um grande mercado e público que gosta muito do esporte.

Sobre o Bellator, nós estamos abertos a tudo. Scott Coker (CEO do Bellator) também disse que está aberto a qualquer oportunidade. Nós sabemos que a Spike TV está procurando sempre trazer boas alternativas para o público e a porta está aberta para qualquer idéia.” revelou o dirigente.

Após primeira edição beneficente, MMA Super Heroes arrecada 1500 litros de leite para entidade paulista

 

Evento arrecadou 1500 litros de leite em última edição - Divulgação

Evento arrecadou 1500 litros de leite em última edição – Divulgação

 

A quinta edição do MMA Super Heroes que aconteceu no início deste mês cumpriu seu objetivo: unir as artes marciais e solidariedade. O evento, que contou com 7 lutas no Ginásio Mané Garrincha, em São Paulo teve como entrada 1 litro de leite e o sucesso foi tão grande, que arrecadou 1.500 litros de leites, já entregues ao Instituto PIVI (Projeto de Incentivo à Vida), que cuida de aproximadamente 100 crianças, adolescentes e jovens, em regime integral e parcial, além do acolhimento institucional, encaminhados pelo Poder Judiciário e Conselho Tutelar.

Com a missão cumprida, a organização concentra todas atenções na 6º edição que acontece no mês de Outubro, com dia e local a ser revelado nas próximas semanas.

 

Vencedor do duelo principal, Leandro “Buscapé” também arrecadou alimentos a instituição

Protagonista do duelo principal da 4º e 5º edição mostrou que também é solidário. Com ajuda da organização, o peso-leve também realizou doações na última semana à casa Missão Belém que tem por objetivo acolher filhos de mães usuárias de drogas que moram nas ruas, pois as clínicas de reabilitação não aceitam as mães com os filhos.

Astro de edição, Leandro Buscape fez questão de visitar entidade - Divulgação

Astro de edição, Leandro Buscape fez questão de visitar entidade – Divulgação

Jungle Fight anuncia primeira disputa de cinturão peso palha feminina no mês de setembro em São Paulo

Primeira disputa de cinturão peso palha entre mulheres é anunciada pelo Jungle Fight - Divulgação

Primeira disputa de cinturão peso palha entre mulheres é anunciada pelo Jungle Fight – Divulgação

 

Completando 11 anos de sucesso, o Jungle Fight anuncia mais uma novidade. Em sua edição de aniversário, marcada para o dia 6 de setembro, no Ginásio do Ibirapuera, em São Paulo, a organização estreia o cinturão peso-palha (52 kg) feminino. O título será disputado entre as invictas Maiara Alves e Ericka Almeida, que prometem um duelo bem interessante.

Amapaense de Macapá, Maiara Alves, de 27 anos, possui um cartel de três vitórias em três lutas, sendo duas por decisão e uma por finalização. Sua apresentação mais recente foi em maio deste ano, quando superou Bianca Bendo após três rounds de muita técnica. Do outro lado, a paulista de Sorocaba Ericka Almeida, de 25 anos, venceu todas as cinco lutas que disputou, todas no primeiro round, sendo quatro por finalização e uma por nocaute técnico.

Presidente do Jungle Fight, Wallid Ismail, um entusiasta do MMA feminino, comemorou a novidade, e fez questão de exaltar a garra e a determinação vista nos combates entre mulheres.

“As mulheres são muito guerreiras, lutam sempre para frente, fazem de tudo para a luta não ficar nas mãos dos juízes. Com o sucesso da categoria até 61 kg, eu não poderia deixar de dar chance às lutadoras mais leves, e é por isso, acreditando no potencial delas, que o Jungle Fight 73 vai entrar para a história com a inauguração deste novo cinturão”.

Criado em 2003, pelo ex-lutador e empresário Wallid Ismail, o Jungle Fight é considerado, atualmente, o maior evento de MMA da América Latina. Diversos atletas consagrados no mundo da luta ganharam destaque através da organização. José Aldo, Lyoto Machida, Rogério Minotouro e Ronaldo Jacaré são exemplos de estrelas passaram pelo JFC.

O Jungle Fight produz anualmente cerca de 18 eventos ao vivo em todo Brasil, com transmissão do SporTV e do Canal Combate, canal à la carte da Globosat especializado em lutas. No resto do mundo, o evento é transmitido para o EUA, Portugal, Argentina, Chile, Colombia, Costa Rica, Dom Republic, Ecuador, El Salvador, Guatemala, Honduras, Mexico, Nicaragua, Panama, Peru, Uruguay e Venezuela, através da ESPN Deportes e o canal TVi, líder de audiência portuguesa.