Gazeta Esportiva

Com raras declarações desde que saiu da prisão no início do mês de agosto, o americano Floyd Mayweather, 35, resolveu alfinetar o comentário do filipino Manny Pacquiao, 33, de que aceitaria ficar com a menor parte (45%) das receitas para acelerar a realização do megacombate entre os dois. Para a estrela ianque, tudo não passa de ação desesperadora do rival asiático que “está em declínio desde a derrota para Timothy Bradley”, em junho.

Mayweather (43-0-0, 26 KOs) lembra que nesta temporada falou por telefone com Pacquiao e lhe ofereceu garantidos US$ 40 milhões (R$ 80 milhões) para lutar, oferta afinal rechaçada. “Ele (Pacquiao) não toma suas próprias decisões, pois tem um chefe (Bob Arum). Agora ele tem uma derrota em seu registro e está em declínio”, critica.

Fã de basquete, Mayweather esteve ontem acompanhando o jogo entre seu time Los Angeles Lakers contra o Dallas Mavericks, chamando a atenção por usar boné com a marca TMT – empresa de promoção que havia criado com o rapper 50 Cent. Com o rompimento dos negócios com o astro da música, Mayweather manteve o logotipo enquanto o músico fundou outra companhia de nome SMS. O boxeador americano ainda mantém empresa que leva seu próprio nome.




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