Eram pouco mais de 11 horas da manhã quando René Simões desceu apressado de seu carro, com as chaves de sua sala no Centro de Formação de Atletas (CFA) em Cotia em uma mão e muitos papéis na outra. O diretor técnico geral do São Paulo acabara de sair de uma reunião com o diretor de futebol amador, Marcos Tadeu, e tinha encontro marcado para as 13 horas com Emerson Leão, treinador do time profissional, no CT da Barra Funda. No dia seguinte, ainda falaria com o coordenador técnico Milton Cruz. Uma amostra da rotina agitada de um dos mentores da implantação de uma nova filosofia no clube.
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