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Corinthians - Deixou de disputar o Brasileirão
de 1979 por opção, assim como outros
times paulistas que não concordaram com o volume
de participantes. Em função da fraca
campanha no Campeonato Paulista de 1981, que classificava
os melhores paulistas para a Taça de Ouro,
a equipe disputou a Taça de Prata, equivalente
a segunda divisão, mas "subiu" no
mesmo ano.
Palmeiras - Antes do rebaixamento de 2002,
o Palmeiras só havia disputado a segunda divisão,
a chamada Taça de Prata, em 1981, pelo mesmo
motivo do Corinthians em 1982.
São Paulo - A equipe só não
disputou o Brasilero de 1979 - entre os paulistas, apenas
Guarani e Palmeiras, campeão e vice de 1978,
entraram na disputa daquele campeonato apenas na fase
final.
Santos- Existe a polêmica de que o time
da baixada deveria ter disputado a Taça de Prata
em 1983, por ter sido o nono colocado do Paulistão
de 1982. Mas a CBF acabou convidando o Peixe para participar
da Taça de Ouro, em função do aproveitamento
da equipe nos campeonatos anteriores. Melhor para o
Peixe, que abocanhou o vice-campeonato.
Portuguesa - Antes de cair para a Série
B em 2002, disputou a Taça de Prata em 1982 e
1983.
Guarani - Conquistou o Brasileirão
de 1978 e a Taça de Prata em 1981, é
considerado vice-campeão brasileiro pela
CBF em 1987. Caiu para a segunda divisão
em 1989, retomando à primeira em 1991. Em
2004, novo rebaixamento para a Série B, e
em 2006 foi consumada a queda para a terceira divisão
do Campeonato Brasileiro. Em 2007, foi eliminado
nas fases iniciais e conta com um bom desempenho
em 2008 para garantir a vaga para a Série
C na temporada.
Ponte Preta - Permaneceu dez anos fora da
elite - entre 1987 e 1997, quando fez a final da
Série B com o América-MG. Em 2006,
no entanto, a má campanha levou o time novamente
para a segunda divisão nacional.
Fluminense - Protagonizou um dos maiores vexames
do nosso futebol: conseguiu ser "bi-rebaixado"
- era para ter caído para a Segundona em 1996,
mas graças a uma decisão da CBF, permaneceu
na Série A, ao lado do Bragantino. Não
adiantou: caiu novamente, indo parar na terceira divisão
em 1999. Retornou à elite a partir da Copa João
Havelange, em 2000.
Flamengo - Assim como o Vasco, nunca ficou
de fora da primeira divisão, apesar de ter
chegado perto em 2001, 2003, 2004, 2005 e 2006.
Botafogo - Rebaixado em 2002, a estrela solitária
já vinha pedindo isso há anos. Em 1993,
fez uma campanha péssima - terminou em penúltimo
lugar, mas foi salvo pelo regulamento, que protegia
16 grandes, a pedido do Clube dos 13. Poderia cair ainda
em 1999, não fossem os pontos conquistados no
TJD. A queda do Gama em detrimento ao time carioca foi
o estopim que culminou com a Copa João Havelange.
Cruzeiro - Se serve de consolo ao time levou
mais de 22 anos para ser campeão brasileiro,
o time mineiro jamais deixou de disputar a primeira
divisão.
Atlético/MG -Também figurou
entre os grandes clubes do Brasil desde a primeira
edição, quando o Galo sagrou-se campeão.
Mas também foi salvo pelo regulamento do
Campeonato Brasileiro de 1993: com a vaga na elite
garantida no ano seguinte, o time fez a sua pior
campanha na história do Brasileirão,
conquistando quatro pontos em 14 jogos e terminando
na última colocação. Em 2005,
no entanto, não teve escapatória.
Contudo, a volta à elite foi possível
após o título da Série B em
2006.
Grêmio - Foi rebaixado em 1991 e terminou
a Série B de 1992 na 11ª colocação.
Mas a pedido do Clube dos 13, as divisões
do Campeonato Brasileiro foram revistas em 1993,
beneficiando os 12 melhores classificados da Segundona
daquele ano. O Grêmio de Fábio Koff
não só garantiu vaga na primeira divisão
como também integrou um dos grupos "intocáveis"
daquele campeonato. Em 2004, depois de ter escapado
na última rodada no ano anterior, caiu novamente
para a segunda divisão. Em 2005, no entanto,
assegurou o retorno à elite através
do seu próprio futebol, conquistando a Série
B em um jogo épico contra o Náutico,
em Recife, em confronto que ficou conhecido como
“A Batalha dos Aflitos”.
Internacional - Também jamais deixou
de participar da primeira divisão, mas se salvou
do rebaixamento apenas na última rodada em
1999 e em 2002.
Coritiba - Campeão brasileiro de
1985, o Coxa participou da Copa União em
1987 como convidado, já que em 1986, terminou
a competição na 44ª posição
(se o regulamento fosse mantido, apenas os 28 melhores
de 1986 estariam na segunda divisão). Foi
rebaixado, ao lado de Atlético-PR e Guarani,
em 1989. Entrou no rebolo dos 12 clubes que "subiram"
através das mudanças de 1993, mas
caiu neste mesmo ano. Voltou em 1995, ao lado do
rival Atlético-PR, mas voltou para a Série
B em 2005. Dois anos depois, porém, garantiu
seu retorno à elite com quatro rodadas de
antecedência.
Atlético-PR - O campeão brasileiro
de 2001 disputou a Taça de Prata em 1980, 1981
e 1985, quando ela se chamava "Taça CBF".
Disputou a segunda divisão em 1990, 1994 e 1995,
quando foi campeão da Série B.
Paraná Clube - Fundado em 1989, o clube
paranaense chegou a primeira divisão em 1993,
mas por méritos: havia sido a melhor equipe da
segunda divisão em 1992. Apesar da boa campanha
em 1999, caiu pela média de pontos, como previa
o regulamento daquele ano, ao lado de Gama, Botafogo/RP
e Juventude. Voltou à elite por ter sido campeão
do Módulo Amarelo da Copa JH, ao bater o São
Caetano na final.
Bahia - O time também caiu ao lado
do Fluminense, em 1997, e assim como a equipe carioca,
não conseguiu subir "sozinha":
foi beneficiado por integrar os times do Módulo
Azul da Copa João Havelange, oficializado
pela CBF meses depois como sendo a primeira divisão
do Campeonato Brasileiro. Em 2003, no entanto, foi
rebaixado após levar a maior goleada de sua
história na Série A: 7 a 0 para o
campeão Cruzeiro. Em 2005, o calvário
baiano aumentou com a queda para a terceira divisão.
No ano seguinte, a equipe tropeçou no octogonal
final e amarga mais um ano na Terceirona.
Vitória - Disputou a Taça
de Prata entre 1983 e 1985, e quase foi rebaixado
em 1989: o time disputou um hexagonal chamado "Torneio
da Morte", ao lado de Sport, Bahia, Atlético-PR
e Guarani. O Coritiba, que também participaria,
se recusou a disputar. Mas não se salvou
em 1991, terminando a Segundona no ano seguinte
na segunda colocação - acabou subindo
junto com outros 11 times. Em 2004, não teve
salvação. Em 2005, o “abismo”
ficou maior com o descenso para a Série C,
ao lado do rival Bahia. No ano seguinte, contudo,
conseguiu o acesso à Série B.
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