Em sua fundação, no ano de 1909, o Coritiba nasceu como Coritibano Foot Ball Club, assim escrito, em uma cidade onde sua população ainda assim eram conhecidos, embora a grafia Curytiba já fosse utilizada para se referir à capital paranaense. O clube foi criado na leva de empolgados praticantes do esporte que aos poucos adentrava ao Sul do país e que, no Paraná, encontrou os pés e os ideais de Frederico Fritz Essenfelder, que reuniu os jovens do Clube Ginástico Teuto-Brasileiro para no dia de 12 de outubro daquele ano enfrentar a agremiação de Ponta Grossa.

Em 1941, durante uma partida contra o rival Atlético Paranaense, no Estádio Joaquim Américo, o zagueiro alemão Hans Egon Bayer era hostilizado por dirigentes adversários com gritos de 'alemão coxa-branca'.  O apelido pegou e até hoje o time é chamado carinhosamente de Coxa. Outro símbolo é o Vovô Coxa, uma homenagem ao torcedor alemão Max Kopf, fotógrafo profissional que acompanhou o clube desde sua criação.

O clube centenário, completado em 2009 de forma amarga, com o rebaixamento para a Série B do Campeonato Brasileiro e confronto entre torcedores e policiais no gramado do Estádio Couto Pereira na última rodada, durante este 100 anos ganhou quatro hinos. Cada rádio ou emissora de televisão escolheu um diferente para representar a equipe. Oficial mesmo é o de autoria de Cláudio Ribeiro e Homero Reboli (Lá no alto de tantas glórias/ Brilhou, Brilhou um novo sol/ Clareando com seus raios verde e branco/ Encantando o país do futebol...). O primeiro hino, no entanto, surgiu no ano de 1928, e era chamado de "Hino do Coritiba Foot Ball Club. As outras duas canções são o "Hino da Torcida", datado da década de 70, e "Coritiba Eterno Campeão", da década de 80.

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