Futebol/Mercado - ( - Atualizado )

Riquelme falta a casamento de filha de Bianchi e adia papo com Boca

Buenos Aires (Argentina)

O esperado encontro entre Riquelme e Carlos Bianchi não ocorreu na noite de sexta-feira. De acordo com o jornal argentino Olé, o meia não foi ao casamento da filha do técnico do Boca Juniors, mantendo-se afastado das conversas para definir se voltará a defender a equipe.

O distanciamento pode ser uma boa notícia para o Palmeiras. O clube já oficializou proposta para contar com o meia na próxima temporada, mas o entrave é o retorno de Bianchi, amigo do armador, ao Boca, o que poderia facilitar seu retorno ao clube da Bombonera.

Não há prazo para definição do caso, mas Bianchi prometeu procurar o jogador para saber se existe o desejo de defender o Boca de novo. A ideia era vê-lo no casamento, que, além de Riquelme, também teve como ausência sentida o técnico Julio Falcioni, desafeto do meia e que deixou o Boca no início do mês.

Fernando Dantas/Gazeta Press
Meia deve ter conversa mais reservada com o técnico do Boca nos próximos dias para definir se volta ao clube
Desde sua apresentação oficial como treinador do clube mais popular da Argentina, Bianchi evitou entrevistas. Nos próximos dias, em locais que gerarão menos especulação do que um casamento, é provável que o técnico procure Riquelme para uma conversa mais reservada.

O jogador não entra em campo desde 4 de julho, quando atuou na derrota do Boca para o Corinthians na final da Libertadores. Ele só não foi para o Cruzeiro após a decisão porque o presidente do clube argentino, Daniel Angelici, não assinou sua liberação a tempo, em episódio que aumentou as desavenças entre o dirigente e o meia – um dos casos mais recentes de irritação do camisa 10 foi por ter sido proibido de mostrar na Bombonera a taça que recebeu em homenagem do Troféu Mesa Redonda, da TV Gazeta.

As informações em Buenos Aires são de que Riquelme passou os últimos seis meses jogando futebol com amigos. Aos 34 anos, o meia precisa definir nos próximos dias se opta pelo desafio de realizar o sonho de jogar no Brasil atuando pelo Palmeiras na Série B, se volta à Bombonera, onde tem estátua e é tratado como ídolo pela conquista de três Libertadores e da Copa Intercontinental de Clubes em 2000, ou simplesmente põe em prática a ideia de se aposentar.

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